Galera, precisamos da opinião de vocês, referente a logo que vamos utilizar na confecção das camisas do bloco para o carnaval 2010 e quem sabe demais eventos.. heheh
Como sabem, a logo continua o "Brike Bão", e estamos pensando em fazer mais um incremento na logo.
Abaixo segue imagem de amostra:
Sendo assim, o negócio é o seguinte:
- Onde esta descrito "Ô, lá em casa!" devemos:
a.) Manter essa frase "Ô, lá em casa!";
b.) Colocar "Vô froxo!";
c.) Nome do bloco: "SocaNelas";
d.) Deixar só o "Brike Bão".
Favor, deixar sua opinião nos comentários.
Desde já, agradecemos a colaboração de vocês.
ps.: Quanto a imagem, paint mode=ON. Não da nada!! heehe
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Enquete - Camisa para o Carnaval 2010
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Seja Politicamente Correto
Uma senhora entra numa confeitaria e pede ao balconista:
- Por gentileza, um pedaço de "nega maluca".
O balconista então diz à cliente que usar o nome nega maluca, hoje em dia, pode dar cadeia, em face de infringir:
* a lei Eusébio de Queiroz;
* o artigo quinto da constituição;
* o código penal;
* o código civil;
* o código do consumidor;
* o código de ética;
* além da lei 'Maria da Penha', ofendendo as mulheres
A velhinha então pergunta:
- Então, meu filho, como peço essa torta?
E o balconista responde:
"Torta afro-descendente com desvio mental acentuado"
Desnorteada com a resposta ela muda o pedido:
Bom, acho que vou preferir uma "Maria Mole".
- Desculpe minha senhora, mas o termo “Maria Mole” implica em gesto preconceituoso com as pessoas acima do peso, o correto é “Maria com flacidez acentuada”.
Praticamente perdendo a vontade de comer um doce ela diz:
- Meu jovem, pode então me recomendar algum doce politicamente correto?
- Olha senhora, não que eu queira me gabar, mas acabei de comer um “olho-de-sogra” que estava delicioso!
A velhinha então grita:
- Eu como uma boa sogra jamais admitirei que falte com respeito a minha pessoa! Gravei suas palavras e irei processá-lo seu indecente!
É amigo, não ta fácil ser politicamente correto hoje em dia...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O que você precisa para ser um autêntico cafajeste?
- Não ter nenhum princípio. - Entender que Homem não trai, distrai-se. - Aprender que nunca se deve bater em uma mulher – ela pode se apaixonar. - Mulher bonita a gente pega e conta pros amigos. Feias a gente pega mas não conta pra ninguém - Princípio básico: Cafajeste não mente, omite. - Cafajeste não se arrepende, se diverte com o fatídico. - Nunca deixe os amigos porque sua namorada está chamando. - Mesmo se for pego em flagrante, negue tudo até ela acreditar. - Em casos de “extrema necessidade”, prometa tudo a uma mulher – elas acabam cedendo. - Seja prevenido, leve camisinha até para velórios, mulheres são geralmente frágeis e sentimentais. - Não perdoe, vingue-se. by http://testosterona.blog.br
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O Artilheiro
Algum tempo sem postar no blog, levado por essa vida que nos destina uma enxurrada de compromissos, mas vamos lá, não ta morto quem peleia. O fato é que ontem, lá pela quadragésima quinta curva que a Van que trazia os professores de São Lourenço pra Chapecó fez, na calada da madruga, já quando meu estômago fazia um nó, me veio uma bela imagem na cabeça.
Nesse momento também lembrei de uma frase corriqueira que ouço por aí: “que saudade da minha infância, como passou ligeiro”. O fato meus nobres leitores, é que lembrei de um domingo de sol, por volta das duas da tarde. Na minha vida de canalhices, a única lembrança que vem à mente atualmente sobre essa fatia do tempo, é eu acordando bêbado, com uma terrível ressaca, e sem lembrar direito tudo o que aconteceu na noitada. Mas essa lembrança foi diferente, e confesso que me ajudou a melhorar do estômago...
Eu lembrei de um domingo no qual todo empolgado, eu tentava alcançar a bola que estava bem no canto oposto debaixo da cama. Com sofrimento e pressa, chutei ela contra a parede e esta voltou até meus braços. Rapidamente calcei o chinelo e uma roupa que a mãe considerava “velha”, mas que era meu manto sagrado futebolístico, e às pressas desci até o campinho de futebol onde meus amigos esperavam enfurecidos pelo “dono da bola”.
Rotineiramente olho para aquele campinho. Hoje não passa de um fundo de terreno de, no máximo, 30 metros quadrados, no máximo. Mas na época era uma faixa de terra que alegrou grande parte da minha infância. Traves mal pregadas, árvores com espinho próximas, algumas pedras, uma valeta a céu aberto. Todo o ambiente que cercava o templo futebolístico da piazada engrandecia o espetáculo. O melhor de tudo era a vizinha dos fundos. Na época uma famosa casa noturna, com cercas enormes. A cada pulo para ir buscar a bola, um desafio, uma guerra silenciosa travada entre os jogadores e a dona da zona. O infeliz que era pego buscando a bola (e eventualmente roubando frutas, ou mesmo espiando as putas), ou se estrepava na cerca, ou saia do território tomando chineladas da proprietária.
Os jogos eram sensacionais. Duelos que por vezes acabavam na escuridão, com placares superiores a cem gols por time. E não era a escuridão que decretava o final, mas sim as nossas mães aos berros. Nunca esqueço dos donos do campinho: Ariel, Arinei, e Airton (que bom gosto dos pais hein?). Mas como para crianças sempre existe uma forma de melhorar isso, eram o Nei, o Ito e o, bem, o Ariel, esse não tinha como apelidar. Também não esqueço da minha mão gritando: “Zéééééé, ta na hora de vir me ajudar a limpar o mercado”. Não esqueço também as tardes chuvosas, onde o banhado alagava o campo por completo, mas nem por isso fazia os fanáticos atletas desistirem. Ou então a vez que ao pular, derrubamos a cerca... operação amarrar com fio de varal, que sofrimento e empenho.
Na verdade nunca esqueço de muitas coisas. O que não consigo lembrar, é como aqueles jogos foram acabando... ah sim, um começou a estudar à noite, outro a namorar, a trabalhar, aquelas coisas que a gente continua a fazer, muitas delas por obrigação e para ser alguém. Hoje não sou ninguém, mas naquela época eu era o goleador do campinho. Parece que foi de uma hora pra outra, mas com certeza o encanto vai ficar eternamente (percebam que o post está mais light que os anteriores, mas tudo bem, o canalha está bem vivo, e feliz).
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Histórias de cotoco
Cotoco I
Cotoco era um menino muito, muito, mas muito triste, pois não tinha os dois braços e as duas pernas.
Os amigos sempre tentavam leva-lo para passear e se divertir.
Um dia o pessoal resolveu ir à praia.- Já sei! Vamos levar o Cotoco - disse alguém.- É isso! Vamos, Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar conosco.
- Não, de jeito nenhum! Vocês não vão se divertir se me levarem.
- Que isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.
De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir,e chegando lá os amigos o colocaram bem na beirada da água no rasinho e lá ele ficou se divertindo, mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá. De repente a maré começou a subir e enquanto as ondas iam e vinham ele ia afundando.Cotoco, então, começou a se desesperar
.- Socorro! Socorro! - Gritava Cotoco.
Um cara que já tinha tomado todas, o avistou de longe e correu para o resgate.
Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos braços e começou a nadar vigorosamente.
Cotoco pensou:- Ufa! Agora estou salvo.
Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando finalmente o "pé de cana" estava com água na altura do peito lançou Cotoco violentamente para o fundo da água e gritou:
- Vai tartaruguinha, vai...
Cotoco II
Depois do quase fatídico e trágico acontecimento na praia, no qual um banhista bêbado pensou que ele fosse uma pobre tartaruguinha e o lançou bem longe em alto mar... foi então que aconteceu um milagre:Cotoco começou a nadar com as orelhas!
Cotoco virou uma celebridade. Virou nadador profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista no Faustão, ganhou destaque no Globo Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Para-Olímpicos.
Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará-lo e outra, especialmente treinada joga Cotoco na piscina, mas para espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo da piscina, obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície. Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma a sua volta, Cotoco vai recuperando o fôlego. Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que Cotoco consegue finalmente dizer:-
Quem foi o desgraçado que me colocou essa porr* dessa touca?
Cotoco III
Depois da trágica aventura no mar e da sua curta carreira como nadador. O coitado do pobre do Cotoco resolveu fazer um programa que "aparentemente" não o colocaria em perigo. Eis que ele reuniu seus fiéis amigos e foram em um circo.
Decorria o número do domador de leões, quando o leão escapou da jaula e foi para cima do público. As pessoas começaram a correr de um lado para o outro e os amigos do pobre Cotoco, é claro, deram no pé.
Cotoco se debatia nas arquibancadas e se esforçava para sair dali.Alguns, ao verem o pobre Cotoco, gritavam para que alguém o acudisse:- Olha o Cotoco! Olha o Cotoco!E Cotoco se debatendo cada vez mais rapidamente pelas arquibancadas.- Olha o aleijado! Olha o aleijado!E Cotoco, sem agüentar mais gritou:
- Vão todos se fud**! Deixem o leão escolher sozinho!
Cotoco IV
Certa vez uma viúva rica e solitária decidiu que precisava de um outro homem em sua vida. Então colocou um anúncio no qual podia-se ler viúva rica procura por homem para compartilhar vida e fortuna. Requisitos necessuários:
1-não me bater
2-não fugir de mim
3-ser excelente na cama
Por muitos e muitos meses seu telefone tocou incessantemente, sua campainha não parava um segundo, ela recebeu toneladas de cartas, mas nenhum dos pretendentes se enquadrava nas qualificões. Porém, um dia a campainha tocou novamente, ela abriu a porta e quem estava lá era o Cotoco, sem braços nem pernas, deitado no tapete da porta. Perplexa ela perguntou:
- Quem é você e o que você quer?
- Olá. - ele disse - Sua busca terminou, pois sou o homem dos seus sonhos, eu não tenho braços, logo não posso te bater, não tenho pernas, portanto não posso fugir de você.
- Bom... - ela retrucou - O que o faz pensar que é tão bom na cama?
Cotoco respondeu:
- Eu toquei a campainha, não toquei?
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O mundo dominado pelos homens
1) O dia dos namorados seria em 29 de fevereiro, entao só ocorreria a cada quatro anos;
2) Os telefones desligariam automaticamente após 30 segundos de conversa;
3) Quando uma namorada quisesse falar alguma coisa durante um jogo de futebol, ela apareceria em um retângulo pequeno no canto da TV, como as propagandas;
4) Os salva-vidas teriam a função de remover certas mulheres da praia por não atingirem o NMB (Nivel Minimo de Beleza);
5) As perguntas: “você me ama?”, “você acha que eu estou gorda?” e “O que você está pensando?” seriam consideradas extremamente ofensivas, e as mulheres jamais as fariam;
6) As Ferraris seriam mais baratas;
7) A velocidade máxima permitida nas estradas seria 200 km/h. E a mínima seria 120;
8 ) O topless seria obrigatório. Sem topless não poderia entrar na praia;
9) O McDonald’s venderia bebidas alcoolicas;
10) Seria obrigatório que as mulheres solteiras fossem trabalhar com roupas curtas. Como o Brasil é um pais quente, elas acabariam indo de mini-saia todos os dias. Dessa forma, a vida seria bem mais interessante;
11) Beber muito não causaria “barriga de cerveja” e sim “bíceps de cerveja”;
12) O único programa na TV além de “Sexytime” seria o “Cine Privé”.
Sugestões?? Comentários por favor…
Leia Mais…sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Histórias Tristes Acontecem!
Esse post promete mexer com você! Ou não! A questão é que em meio a correria dessas semanas malucas que invadem nossas vidas, algumas situações irônicas acabam tornando nosso dia-a-dia mais divertido. Dentre uma árdua troca de emails para concluir um trabalho de pós-graduação, fiquei sabendo de uma situação um tanto quanto constrangedora que um nobre canalha vivenciou.
Nesse contexto meu cérebro jogou para a memória principal alguns flashbackes de coisas que aconteceram comigo e com outros canalhas, que não foram lá, digamos assim, àquelas benças!
Vamos a alguns casos muito tristes que ouvi, ou mesmo presenciei. Com certeza você irá se identificar com alguns. Daria uma boa audiência pra programas como "Casos de família", "Programa do Ratinho" ou mesmo "vidademerda". Pra não estender o escopo para batidas, prejuízos, gauchadas, garranchos, etc, vamos nos concentrar em desaforos que jovens pregaram para os canalhas:
- "Causo da jovem mais que desaforada": Esse foi a inspiração do post. Foi lá o canalha com a grana contada pegar um esqueminha certo, aquele confirmado, só pra aliviar a tensão. Fim de mês, como não queria gastar muito, se dirigiu a um motel chamado AMA, que ouvi dizer que é bom e barato. Ao adentrar no portão a jovem exclama: "se não tinha dinheiro pra me levar em um motel decente, falasse que eu pagava!". Isso deixou o canalha tão nervoso que "male mal" conseguiu fazer o serviço. Eita jovem desaforada essa! Só faltou o tio da portaria penhorar o relógio!
- "Causo do Chokito": O Canalha pegou a gata só mesmo porque ela encheu o saco! Não queria sair, muito menos gastar. Mesmo assim acabou tendo que levar a gatona para o Motel. Chegando lá, apressou-se para acabar logo e sair sem ter que pagar a hora adicional. Tomou um banho rápido e quando voltou... a jovem lá, esparramada na cama, com um pacote de Ruffles terminado, uma coca pela metade e um chokito! Mais oito pila pra conta para quem não queria gastar nada. Dizem que depois desse dia o canalha nunca mais comeu chokito.
- "Causo do Ar-Condicionado": Dois canalhas passaram pegar duas jovens muito astuciosas. Logo de cara disseram: "então fazemos assim, vocês pagam nossas entradas e nós a cerveja". Não seria uma proposta de briga se a verdade é que entrariam no baile, tomariam UMA cerveja e sumiriam. Mas enfim, no meio do trajeto uma jovem exclama: "Que calor, liga o ar-condicionado!". O carro do nobre canalha (por sinal um belo carro) não possuia esse recurso. Com bom coração, ligou o ar normal no 12 e fez um ventinho até que refrescante. Minutos depois a jovem exclama: "ahh, ele não liga o ar-condicionado porque o carro dele não tem". No mesmo instante canalha rebateu: "e o teu carro, tem ar-condicionado? Ah, voc~e nã otem carro? Então quando tiver um compra com ar!". Silêncio extremo até chegar no baile
- "Causo da Puçuquice Extrema": Todos os canalhas reunidos em um recinto familiar, com um grupo de meninas que pareciam ser uma bença. Prepararam o ambiente, compraram bebidas e a festa iria correr solta! Iria! Mas o fato é que as moças exigiram bebidas melhores, umas whisky com energético, outras cerveja, e outras queriam tequila. Na sequência falaram que estavam com fome, e queriam janta. E os canalhas pagaram a pizza. Depois, na hora de levar pra casa, uma delas ainda queria que no dia seguinte o canalha passasse pegar ela para levar até a faculdade. Que piada! Sem falar que alguns dias depois essas jovens encontraram os canalhas em uam balada e, antes mesmo de dizer oi: "vocês podiam pagar uma caipira pra nós né?". É o fim da rosca mesmo! Anti-canalhice total!
Dentre muitos outros "causos", podemos chegar a algumas conclusões. A primeira e mais importante de todas é que EXISTE MULHER DESAFORADA NESSE MUNDO! Sinceramente, tem umas que pedem pra levar uma tunda de laço e ainda por cima deveriam agradecer. A segunda é que a vida é divertida! O máximo que pode acontecer é você dar risada de tudo isso, porque muito provavelmente essa jovem não será sua futura namorada/esposa. E a última: se não está preparado para encarar com bom humor todas essas situações, abandone o clube da canalhice imediatamente!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Nostalgia do Canalha
Fim de fim de semana, boa parte da canalhada resolve encerrar a jogatina de poker e rumar para a pizzaria forrar as paredes do estômago em um delicioso rodízio. Conversa vai, papo vêm, e um dos canalhas pede mais uma coca.
Algum tempo depois o "garçound" informa: "veja bem senhor, acabou a coca, pode ser esse delicioso guaraná kuat ECO?". O canalha educado aceitou. Já no primeiro gole: "poha véio, mas ruim esse Kuat ECA! E deu espaço ao tema da conversa: os refrigerantes...
Resolvi escrever esse post pois começamos a falar sobre os melhores guaranás. Com louvor e méritos o guaraná antarctica venceu, mas a certa altura do papo um canalha citou que era bom o Guaraná Brahma de garrafinha. Realmente aquela garrafa marrom era uma bença!
>
Na sequência citei que gostava muito do novo Guaraná Brahma, lançado em 1994. Por incrível que pareça, ninguém da mesa lembrou do mesmo. Nesse ponto pensei: "Poha, quase fazendo 26 anos, será que estou tão velho assim?". Pra quem não lembra, abaixo uma imagem desse cara! Eu curtia a latinha verde e vermelha, bebi vários desses escondido na bodega da mãe. Confessem, vocês devem lembrar dele...
Pra encerrar, li no site da AMBEV que após a fusão da antarctica com a brahma ele foi descontinuado. Sua fórmula foi vendida para outras empresas com a garantia de não entrar no mercado brasileiro e competir com o guaraná antarctica. It's Bussiness man!
Que pena, eu gostava dele! E da baré-cola, alguém lembra? Puta merda, estou velho! ashduashduashduashduashud
E no mais, viva a cerveja!
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Uma das fortes essências da vida
Salve salve meus nobres amigos (as) CANALHAS!! Antes de tudo, para ficar bem claro, o post a seguir vi em outro site, e achei um ótimo texto pra compartilhar com vocês, que assim como eu, todo santo dia estão "peliando" para conquistar o pão nosso de cada dia e ser feliz, por mais que as vezes encontramos pedras no nosso caminho, mas nunca podemos deixar de desistir, pois sempre tem algum "canalha" do seu lado pra te ajudar!! Ainda mais se for um BRIKE BÃO!! :DD
São tantos os passos fundamentais para o encontro com a fantasiosa felicidade, a mais involuntária e volátil das sensações. Viajamos diariamente em busca da satisfação, em nossas mentes desconectas, imaginando qual seria o passo necessário para que pudéssemos eleger o dia seguinte como melhor que o anterior. Resumimos o presente como a tentativa de fazer o passado ainda menos satisfatório sob o prisma de nossos potenciais e o futuro cada vez mais promissor em comparação àquilo que já conquistamos.
Costumo dizer que a existência é um grande tabuleiro de Jogo da Vida, mas onde tudo é mais devagar e você não começa já com seu carro escolhendo a profissão. É um jogo de gladiadores, lutando com o objetivo de limpar os obstáculos e obter o sucesso em todas as tentativas exercidas. Alguns têm a sorte de zerar esse jogo, que verdadeiramente resume-se à tentavida de obter recursos financeiros suficientes para ter todas as mordomias de um milionário, é o pensamento condicionado pelo capitalismo que nos transforma em máquinas de fazer dinheiro. Entretanto, após o jogo zerado, muitos são aqueles que descobrem ter entrado no maior buraco negro que já puderam presenciar. Os objetivos desaparecem e o apego ao imaterial toma conta, gerando frustrações no indivíduo que passou seus anos na luta pela matéria. O que viver quando já se tem tudo, mas tão pouco?
Existem valores que vão muito além do capital, que importam mais que qualquer moeda ou jato particular. Valores esses que cada vez mais perdem a importância para seres sempre controlados pelo ciclo vicioso do egoísmo, da disputa pelo lugar mais alto. Pessoas choram, crianças gritam, desesperados tiram a própria vida quando não resta mais nada se não o vazio. Seguindo uma linha de Durkheim, todos precisamos descobrir nossos elos para justificar nossas existências. Infelizmente, temos uma dificuldade muito forte em descobrí-los, mesmo estando tão perto. A profanação da palavra “amizade” acontece desde sempre. Tornou-se um clichê, uma bobagem, algo que a sociedade, de forma geral, não enxerga mais como necessidade básica humana. O coleguismo ganha força, os interesses falam sempre mais alto, a dificuldade de criar confiança em alguém nunca foi tão grande. Afastamo-nos daqueles que deveriam estar sempre ao nosso lado pelos motivos mais irrisórios e insignificantes, como o início de uma nova relação que, quando terminada, deixa as dores e o sofrimento que somente aquele de quem nos afastamos é capaz de ajudar a superar. into às vezes que a dor do grande amigo me causa ainda maior sofrimento que se minha própria dor fosse. Conforta-me saber que tenho alguém para sentir o mesmo quando de fato é. A luta diária torna-se incrivelmente mais sustentável quando podemos enxergar noutrem aquilo que buscamos com maior avicidade, mas que muitas vezes sequer percebemos que buscamos, o conforto de uma relação movida pelo altruísmo, pela força, pela vontade de ajudar e, principalmente, pela existência de um guindaste capaz de tirá-lo imediatamente da mais profunda poça de lama com sorrisos e verdades. Alguém que não estará lá para dizer o quão errado você está, mas o quão certo pode se tornar. Não há maior satisfação humana, independente de recursos ou amores, que a existência de um verdadeiro e inconfundível… Amigo.
Abraço para os canalhas!!
Beeijo para as canalhas!!
Bom final de semana a todos!
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Diálogo de Jogadores
Já vou adiantando, se você não sabe o que é, e quais as regras do poker Texas hold'em, vai viajar feio nesse post. Mas enfim, ontem fomos a um clube muito legal na cidade de Chapecó jogar um torneio de poker free roll.
Jogando e conhecendo lugares como esse, que, proporcionalmente não são nada em relação a qualquer casino descente, você percebe o porque Vegas ou similares fascinam tanto as pessoas ao redor do mundo. É um clima diferente, algo que mexe com o cara. Uma sensação de que naquele momento, tudo o que existe é você, o poker, e uma série de oponentes, meramente, oponentes. Some isso ao glamour de um casino, dinheiro, bebida e mulheres, aí você entende o porque do poker estar em alta no mundo.
Mais ou menos 70 jogadores, entrada grátis com 3 mil em fichas. Local show de bola, jogadores afoitos, e a competição comeu solta! Éramos três canalhas do bando...
Cada um sentou em uma mesa distinta. Canalha Master, curioso para conhecer o local, mas louco para pegar uma jovem, jogou a moda "Arcindo Loco" e logo saiu rumo a felicidade. Os outros dois canalhas tinham objetivos mais ambiciosos em relação ao jogo (MULHER OFF naquelas horas): aprender e chegar na mesa final de 10 jogadores, onde 9 receberiam prêmios em dinheiro. Jogo vai, jogo vêm, os "quatis" sendo eliminados precocemente, e os canalhas lá, firmes, bem servidos de fichas.
Em determinado momento acabaram-se as compras. A partir daí que o bicho pega de verdade. Os dois canalhas não haviam comprado e estavam com uma considerável quantia de fichas. Após isso os 50 jogadores restantes iriam duelar pra valer. Alguns "All in" depois, um dos canalhas fraquejou em uma mão mediana e acabou dando adeus ao torneio, ficando no 30º lugar. Por ser uma estréia, não foi tão mal.
O canalha se retirou do recinto e, logo em seguida, outro canalha chegou, vindo do acampamento farroupilha. Após várias cervejas neste local, decidiu acompanhar a odisséia da gurizada no poker. E ali ficou até o final.
Este canalha que vos escreve continuou firme na luta. Fez boas mãos, um ou outro garrancho, mas estava lá, pronto pra chegar a mesa final. A esta altura haviam duas mesas com 16 jogadores. Estava com uma quantia boa de fichas, mas nesse ponto os blinds começam a comer seu fígado se você não ter um pouco de coragem (começam em 25 50 e estavam em 3 e 6 mil).
Prestes a ir a mesa final, com 11 jogadores disputando, veio o deslize do canalha. Após várias mãos fora, e sendo dealer com uns 28 mil em fichas, este viu todos correrem. Com Ás e 3 resolvi entrar. O Big Blind então exclamou: "all in nas tuas fichas" - isso soou como música para meus ouvidos. Dúvidas, muitas dúvidas: que cartas esse louco têm? Mas ele é big blind! Mas ele tem mais fichas que eu! Será que quer blefar pra cima de mim? Vários pensamentos...
Como dealer eu deveria ir, mas próximo a mesa final deveria ter acreditado que dificilmente alguém blefa nessa situação (ou pelo menos não encara o blefe), deixando mais 6 mil evaporarem e esperando outra mão com 22 mil. Acabei indo e ele vira Às e 10. Vêm o flop e... Ás, 3 e 5. Estava com um pé na final. Vem o turn e... um 10, que bença! (para ele, é claro). Nada de 3 no river. De uma hora pra outra os "edifícios Brike Bão" ruíram!
Poderia ter ido pra mesa final, mas não foi dessa vez. Tudo bem, a competição foi muito legal, e, por ser a primeira que disputamos, dá pra dizer que tivemos um saldo positivo. O legal é que muita coisa você só aprende na prática, ontem foi uma aula em muitos sentidos! Que venham as próximas!
Show down man!