Mostrando postagens com marcador Canalhice Pura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Canalhice Pura. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Categorias de SMS

     Fala galera bem mais ou menos! Após uma série de posts com assuntos românticos filosóficos, nada melhor que dar uma boa descontraída. E justamente o post de hoje resolvi criar com base em um nobre amigo canalha...

     OBS: Este post foi lido no Pretinho Básico do dia 12/08/2010 às 18:27 - que bença!



     O fato é que nós estávamos jogando um pokerzão, na casa de um amigão, quando percebi que o nobre atleta não largava de sua apareiage celular. Meio irritado com a situação, um colega falou: "velho, ou tu joga pôker ou tu fica mexendo no celular". Pra completar a trairagem eu emendei: "cara, vou te pagar um cursinho de datilografia pra celular". Os risos tomaram conta da jogatina. E ele se justificou: "só um poukinho, estou mandando umas mensagens para as nenéquinhas". E mostrou o celular com a mensagem: "oi linda, e aí, vamos sair hoje?". Nada demais, não fosse a lista de destinatários ser composta por mais de 10 contatos. Aí tive a brilhante idéia de de caracterizar cada tipo de SMS.... confiram o resultado!

      Segue abaixo as categorias de SMS:

     SMS "Pescador": É aquele que você manda pra gata bem tranquilo. Se ela responder tudo certo, você acertou o pulo. Se não responder, assim como na pescaria você só gasta com a isca e o anzol, você só terá gastado alguns centavos para enviar a mensagem;

     SMS "Tarafa": Derivado do SMS pescador, você manda a mesma mensagem para vários contatos ao mesmo tempo. Se um ou mais deles responder, você acabou de passar a tarafa com sucesso. Se nenhum responder, abandone a pescaria e vai dormir, o mar definitivamente não está pra peixe;

     SMS "Granada": É como uma bomba. Você recebe a mensagem e parece que o celular vai explodir na sua mão. Apertar em ler mensagem é como tirar o pino de uma granada: "Cara, acredita que eu peguei a ex mulher do teu chefe?". Depois de ler é só ver até aonde os estilhaços vão alcançar;

     SMS "Melado": A pessoa recebe a mensagem e parece que o celular começa a grudar na mão: "oi meu fofo mais lindo e querido! Que saudadinha de ficar do teu ladinho ganhando cafuné..." E todo aquele papo mela-cueca que normalmente só as pessoas mais pegajosas mandam.

     SMS "Prozac": Cura qualquer depressão. Normalmente você recebe essas mensagens no domingo ou na segunda a noite. Um elogio da gata que você pegou no sábado, ou então um convite para um esquema, ou mesmo um churrasco em plena segunda;

     SMS "EMO": Da raiva só de olhar. Você olha para ele e pensa: "eu não precisava ter lido isso". Algo do tipo: "cara, o esquema com as duas loiras pra hoje já era". Sabendo que minutos antes você acabara de dar o fora em uma baita gostosa. É EMO também porque dá vontade de se matar;

     SMS "Nego Véio": É o SMS curto e grosso. Sem enrolação. Se é pra um amigo, algo como "churrasco as 8". Se é pra uma gata fica "passo te pegar as 9". As únicas respostas possíveis são sim ou não, e não terá um segundo SMS pedindo o porque de não ir ao churrasco ou de não querer sair. Se não quiser, perde quem recebeu;

     SMS "Tá apertado": Avisa de algum evento e finaliza com a seguinte frase: "dá um toque se você for", pressupondo que a pessoa está sem crédito e não tem como te mandar outro SMS;

     SMS "Help me": Quando você está querendo se livrar de alguma coisa recorre ao Help me: "cara, me liga e inventa uma desculpa que vc precisa de mim". Muito útil quando está com algum esquema e não vê a hora de se livrar do mesmo;

     SMS "Monólogo": É aquele SMS que você precisa sentar para ler. A pessoa simplesmente manda uma redação para o seu celular. Não se toca que para situações como essa temos recursos mais avançados, como email. Não se toca que SMS é justamente serviço de mensagens curtas;

     SMS "Coletânea": Derivado do Monólogo, a pessoa se alongou tanto na mensagem que ela vêm em pequenas edições. Você vai recebendo as partes da mensagem e formando uma coletânea de assuntos que a pessoa abordou. Muito usada após finais de relacionamento;

     SMS "Alambique": É aquela mensagem que você lê e simplesmente não entende nada! Normalmente foi mandada direto da balada por um amigo bêbado que tentou contar alguma coisa. Vêm repleta de erros de português e caracteres estranhos;

     SMS "007": Normalmente é recebida por alguém que está dormindo ou viajando. Assim como no serviço de espionagem, a mensagem vai direto ao ponto: "cara, tua mulher tá na balada, e tá todo mundo dando em cima".

     SMS "MSN": Esse é pra enrolar a língua. Muito utilizada por pessoas que gostam mesmo de SMS. É tanta troca de mensagens que mais parece um chat. Só o valor gasto nessa conversa pagaria tranquilamente um pacote de dados para o celular;

     SMS "Charada": Você recebe a mensagem e fica louco de curiosidade para saber o que significa, ligando logo em seguida para a pessoa. Vêm com textos como "preciso falar contigo", oriundos da namorada, ou então "cara, tu precisa ver isso", vindo de um amigo. Desperta a curiosidade.

     SMS "troféu": Você lê e rapidamente procura um amigo para se gabar: "olha só a mensagem que fulana me mandou". Essa com certeza é a mais popular! Todo mundo já fez isso!


     È claro que temos muitas outras categorias, mas com certeza você já deve ter recebido alguma mensagem assim! Umas são uma bença, outras nem tanto. Mas COM CERTEZA você já pegou o celular na mão e se dirigiu a um(a) amigo(a): "heheheeh olha só a mensagem que fulana(o) me mandou", mostrando esta como troféu! E viva o SMS Troféu! Muitas vezes salva nosso domingo a noite!

Leia Mais…

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A Origem do Apelido Galo

     Todos os nobres leitores que já acessaram esse blog algumas vezes, fatalmente, em algum relato, leram em algum momento ou situação onde um canalha foi chamado de "galo", com algumas variações, como "galo master", "galo cinza", "galo véio", e por aí afora...



     E não é que nessas andanças da vida um nobre canalha conseguiu descobrir a origem do apelido? Confiram...

     A origem do apelido, vêm nesta linda poesia gaúcha, a qual descreve com estilo a personalidade de um ser denominado "o galo":

A Origem do Apelido "Galo"! (original)

Valente galo de rinha,
guasca vestido de penas!
Quando arrastas as chilenas
No tambor de um rinhedeiro,
No teu ímpeto guerreiro
Vejo um gaúcho avançando
Ensangüentado, peleando,
No calor do entreveiro !

by Jayme Caetano Braun.

A Origem do Apelido "Galo"! (interpretação nossa)

Canalha valente por demais
Gaudério que se disfarça de gente boa
Chama a atenção de quem vêm atrás
Provoca boatos de qualquer pessoa
Não desanima derepente
Segue o baile até o dia clarear
Se algo da errado, continua valente
e esquenta o clima sem pestanejar

     Como diria o gaúcho: "e tenho dito!".

Leia Mais…

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A Crise da Meia Idade na Canalhice

     Começo o post de um forma bem coloquial: Volti meia o cidadão se pega meio que perdido na noite, solito que nem vaqueiro de campanha, e acaba parando pra refletir. Nesses momentos, dependendo da maior ou menor quantidade de álcool envolvida no processo, pode ser que você reflita a respeito da vida. Ontem combinei com um parceiro de sairmos, tudo certo. Chego no posto, o referido com duas jovens, e dele proza. Durante a conversa surgiu o assunto idade. Aí a guria me solta a pérola: "estou louca pra fazer 18 e ganhar um carro. Ano que vêm já faço 17!". E eu pensei comigo: "puta merda, e o tio da sukita aqui com 25 e mais alguma coisa", que fase!



     Depois de algum tempo o canalha foi levar as gurias embora, e em meia hora voltaria para irmos até uma afamada bodega, que já teve mais glamour, mas ultimamente parece parada de camioneiro. Nesse lapso temporal aproveitei para degustar um chopp e, solito, tive o momento de reflexão citado acima...

     Reza a lenda que a crise da meia idade default se instala lá pelos 40 ou 50 anos, não sei direito porque sou velho, mas nem tanto. Acontece que na vida de um canalha também ocorre a crise da meia idade. Sim, pois dependendo de cada canalha, as canalhices podem cessar aos 18 ou até mesmo aos 40, com juros. No primeiro caso, bem, perca total. O cara abdica da melhor fase da vida por um amor platônico de juventude. Nem vale a pena comentar muito a respeito. No segundo, bem, esse é o popular "nego véio de guerra". O cara que cruzou toda a faze áurea da sua vida aproveitando o lado bom. O problema é que muito poucos conseguem ir de um extremo ao outro sem no meio não rolar um casamento, ou pelo menos um filho perdido. O cidadão que faz isso (dá pra contar nos dedos), é um verdadeiro "herói da resistência".

     Mas voltando ao tópico central do post, se você fizer 40-18, temos 22. A metade disso é 11. Se colocarmos que em média começamos a sair com 14 anos, e acrescer 11 anos, chegamos ao cabalístico número 25. Se perdendo ou não na matemática nobre canalha, chegamos à crise da meia idade da canalhice. É uma fase divisora de águas na vida de um canalha. De um lado, muita história para contar. De outro, uma visão aguçada dos fatos, que lhe permite distinguir como ninguém as situações.

     Na crise da meia idade você tem muitas reflexões. É aquela fase onde você frequenta as festas e, ou só tem gente velha, ou só tem gente muito nova. Constato isso frequentemente ao ouvir amigas dizendo: "lá em tal bodega só da criedo". Poha Almir, no tempo que eu ia pra balada com os amigos a pé, tomando velho barreiro (18 anos), confesso que nunca ouvia isso. O máximo que acontecia era ser persuadido por uma papa-anjos. No outro extremo, ouço um parceiro dizer no baile: "cara, quanta mulher véia". Como quem diz: "we are the next my friend". Parafraseando Cazuza, "o tempo não pára, não páraaaaaaa!".

     Outro sintoma da crise da meia idade são seus velhos amigos. Quando eu digo velhos, é de longa data, e não de idosos. Fulano casou, Cicrano engravidou a mulher, Beltrano se mudou para a Bahia e casou com uma prostituta. Sua prima mais nova já está casada e tem três filhos. Seu primo mais velho já é compadre do teu irmão. As primas que você carregava no colo e brincava no interior já estão indo pro segundo ano de namoro. O piazinho que você mandava buscar a bola (caso contrário apanhava), hoje está mais forte que você e andando de carro rebaixado no bairro. A menininha da vizinha que ia no mercado comprar bala (não alcançava no baleiro) hoje já te olha com ares um tanto quanto maliciosos. E em meio a tudo isso, lá está você: o canalha na meia idade.

     O canalha, nessa situação, tem que ter uma coisa bem clara em mente: quando você está na chuva, é para se queimar. Sim, pois de posse dessa carga horária avantajada, não pode se abater com pouca coisa. O preparo físico para horas a fio de noitadas já começa a ficar pior (dormir no banco do carro ou similares? Jamais! Prezamos pelo conforto). Aquela noite que faltou parceiro pra sair, ou mesmo que a logística ou brikes não deram muito certo, não deve indicar um sinal do fim da caminhada. É apenas mais um dia, o qual, proporcionalmente falando, representa muito pouco de tudo o que você passou. Sim, pois você já saiu tranquilamente mais de mil vezes. Uma noite representa 0,001% de sua estadia na canalhice (e tem algumas noites que tem um peso bem maior).

     Tudo bem, tudo bem. Até aqui esse post parece-me um tanto quanto melodramático. Vocês devem estar pensando: "o cara está em depressão, com uma corda no pescoço, fumando um cigarro e limpando uma bala de 22". Ledo engano meus amigos, muito pelo contrário! Nesse momento afirmo: "estar na crise da meia idade na canalhice é uam bença! Porque na meia idade da canallice, de crise não tem nada. Justamente porque você consegue ter uma visão extremamente rápida, correta e precisa dos fatos. Você já conhece os atalhos da malandragem. Se alguém vêm de colher, você não da sopa. Se alguém vem com a farinha, você já oferece a polenta. Enfim, nada lhe surpreende, e de posse do conhecimento, algo crucial nos dias atuais, o bom e velho canalha apresenta suas armas.

     Na crise da meia idade você tem artimanhas perfeitas para reagir da maneira correta a tudo. Como proceder na balada, antes e depois dela. Como persuadir uma jovem, como se deixar ser persuadido (e até mesmo "enganado"), e o mais legal de tudo, sempre tirando vantagem de tudo isso. Por mais que tentemos fingir que não, infelizmente aos canalhas de primeira viagem, nós sabemos das coisas! Fato! Indubitavelmente a experiência gera aprendizado. Como comentei com alguns amigos. Nessa vida na canalhice o cara vê e vivencia tanta coisa, que é difícil não sair de uma situação por cima. E sempre da maneira sutil e inteligente como só um verdadeiro canalha sabe como fazer.

     Pra finalizar a baderna, se você, em algum momento do post, sentiu aquele ar "post triste ou depressivo", infelizmente me passe todas as suas fichas e levante da mesa da canalhice. Você acabou de sofrer um blefe daqueles! O canalha na meia idade vai muito bem, obrigado!

Leia Mais…

sábado, 5 de junho de 2010

Pergunta ao mestre!!

Após um longo tempo, o mestre esta devolta com mais de seus pensamentos sábios.


DISCÍPULO: Sábio Mestre, poderia ensinar-me a diferença entre a pérola e a mulher?

MESTRE: A diferença, é que uma pérola pode-se enfiar por dois lados, enquanto numa mulher somente por um lado...

DISCÍPULO (um tanto confuso): Mas Mestre, longe de mim contradizer vossa himalaiana sabedoria mas, ouvi dizer que certas mulheres permitem ser enfiadas pelos dois lados!

MESTRE (com um sorriso): Nesse caso, não se trata de uma mulher, mas sim de uma pérola.

Meditemos...



Leia Mais…

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Feromonios Masculinos


É meus amigos, mais um lindo e belo final de semana, carregado de muitos canalhas, alguns movidos a etanol outros a suco – “amigo traz um suco” frase da semana - mas todos com a sua empolgação para encarar as festas, rodas de amigos, garotas, entorpecimentos e tudo mais que um final se semana traz a um bom canalha.


Eis que, como de pratica natural, amigos procurando o que fazer, festa aqui, festa ali, onde ir?... Duvida tirada, galera se comunica e trata de se encontrar, “ – O vem aqui no posto”, resolvido, tudo preparado para o popular “esquenta” ....Veja o resultado de mais um final de semana canalha!



Um dos canalhas que ainda esta sem carro (abro aqui um parêntese para que todos os amigos aventureiros saibam... um carro não sobrevive muito bem depois de adentrar abaixo de um caminhão), mas tem nobres amigos, e esse estava ocupado trancado em seu quarto com outras atividades que não necessitavam de locomoção do seu local, ofereceu o carro ao nobre canalha andarilho. Meio de transporte resolvido, vamos reunir os parceiros no posto, que a festa nos espera. Local cheio, tumultuado, todo mundo querendo guardar seu local ao céu (arrumar uma vaga para o carro que não seja muito longe, assim a cerveja não acaba no caminho). Um espaço a vista, perto e sem incômodos, se não fosse o fato que era entre pátio do posto e o passeio (calçada se preferirem).

      Mas a essas horas o cara pensa que não terá problemas, já que temos outros veículos estacionados por ali. E outra, qualquer problema, nossos amigos frentistas solicitam a retirada. Amigos reunidos, etanol daqui, suco dali, amigas tentando tratar de um trauma do rapaz de relacionamentos com psicólogas...Já que a amiga era psicóloga, a festa que iríamos era promovida por psicólogos (enfim isso pode ser assunto pra outro post), nada como superar o trauma. Todo mundo no maior divertimento, até que surge o primeiro clímax da noite (não, não era ninguém se beijando ou similares). Avistamos uma viatura policial multando o carro emprestado do nobre amigo.

     Mas porque? "Esta estacionado em cima do passeio", afirma o PM, perguntando quem era o proprietário do veiculo. "É aquele de azul ali em cima!”... afirma o frentista apontado para um rapaz, totalmente desconhecido... “–Como?! Não, este cara não é o dono, o proprietário esta em casa, e estamos nós com o carro dele, nem conhecemos essa figura...” relatamos... O frentista arremata:“– Mas fui falar para ele tirar o carro daí, ele disse que era dele, e ainda afirmou que não tiraria, que se quisessem podia chamar o guincho, por que ele tinha dinheiro para pagar...”. Logo os canalhas indignados com a situação, traídos pela ignorância de uma alma pobre, resolvem tentar negociar com os policiais. Modo “negocition enroleition” ON, conversa daqui, conversa dali, multa aplicada! Mas como o “negocition enroleiton” sempre ajuda em algo, ao menos o carro não foi guinchado e preso pela noite como deveria. Policiais de volta ao trabalho, multa no bolso, carro estacionado em outro lugar. Hora de falar com o tal “eu sou o dono do carro”, e dizer para que pague a multa, já que ele quer tanto ser o dono. E é incrível como um cara de alma pobre, gosta de ser metido a machão e sai de casa procurando confusão. E as vezes, não é que ele encontra? E o cidadão quer briga, e como todo brigão, sai com amigos brigões, e faz um calculo de cabeça, 1..2...3..., contra ...3..4...5, e pensa, vamos pra cima deles! (abro aqui mais um parêntese para afirmar que somos canalhas com C maiúsculo, e somos contra e evitamos brigas ou similares ao extremo).

     Logo tentamos ignorar o sujeitinho brigão, mas sem sucesso, pois ele queria briga por acreditar estar em vantagem numérica! Ai vem outro fato incrível - e deveria ser feito uma pesquisa científica - parece que quando cidadãos do sexo masculino se envolvem em qualquer tipo de atrito e querem agressão corporal, devem exalar algum tipo de feromonio que atrai outros brigões. E dito e feito, brigões querendo briga, canalhas em desvantagem numérica, eis que o feromonio fez efeito e começam a surgir canalhas de toda a parte. Claro, canalhas sempre estão rodeados de amigos, mesmo que camuflados...

     E logo a desvantagem numérica se inverteu. É interessante como os brigões, que arrumam a confusão, e querem briga, logo fogem dela quando não estão mais na situação confortável da vantagem. Daí vem as desculpas, as frases como: “- calma amigo, foi um mal entendido”. E como eu disse antes, canalhas com C maiúsculo não gostam de briga, nem de injustiças, e aceitamos as desculpas (às vezes mesmo que merecendo não vale a pena, e a lição ao brigão estava dada). Caro leitor canalha: “não promova algo que você não pode dar conta”, ou ainda para os admiradores do poker: “conheça seu adversário antes de blefar em cima dele”.

     Confusão terminada, canalhas ainda reunidos, as horas passaram. Não bastasse tudo isso, minutos depois surge uma revelação: o REI DOS CANALHAS É UM MITO! Um nobre colega, considerado por todos como o rei dos canalhas tem um segredo. Ele manda flores para a menina sem revelar a sua identidade. (amigos lembrem-se de quando mandar flores as meninas, anexarem um cartão com a sua identificação, para que a moça possa apreciar o seu gesto e não achar que foi o pai dela que mandou). É titulo perdido meu amigo. E pra terminar a noite, ainda fomos a festinha, já la pelas 3h da madruga, onde permanecemos até os garçons nos retirarem.

Leia Mais…

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quem não "araiska", não "perestroika"!

     É amigos, pra resumir, mais um fim de semana bombando. Como diriam as meninas na barragem: "meeee, bufemo loko". Poderia parar o post por aqui mesmo, afinal, o relato das confusões consome várias linhas. Mas se você tiver interessado, prossiga nobre canalha!



     Desde já adianto que é fato, "quem não arrisca, não petisca", e quando existe uma garrafa de Raiska ou similar na história, posso assegurar que "quem não aRAISKA, na PERESTROIKA". Entrando em detalhes...

     Apenas pra contextualizar, Raiska e Perestroika são duas vodkas muito famosas (ou não) que costumam dar a tonturinha para os canalhas. Um bom e velho canalha acha idiota essa explanação, visto que está acostumado com os nomes, mas como este é um blog democrático, temos que explicar para os aspirantes na canalhice. O fato é que essas duas russas aí foram parceiras fiéis no fim de semana da rapaziada.

     Tudo começou em uma triste noite chuvosa de sexta. Parecia que o mundo estava próximo do fim. Chuva torrencial, frio crescente, e vento, muito vento friu uivando no ouvido da piazada: "se fodeu palhaço, hoje nada de sair, já era". Devo admitir que o primeiro pensamento de qualquer canalha é: "ou ligo para um esquema, ou então fico em casa". E naturalmente o celular começa a trabalhar. É impressionante como o insucesso é gigante nessa hora. Caso fosse um dia normal, todos os brikes atenderiam. Mas a lei da natureza impõem que em um dia como esse, um esquema não será arrumado. Motivo de um canalha desanimar? Não, é justamente nesse momento que vem a inspiração. Mesmo que seja só de teimoso, o bom e velho canalha sai de peito aberto. Ruas vazias, bodegas fechando, frio pegando? Nada atrapalha a canalhice.

     E não é que após as frustradas tentativas de arrumar um esqueminha parte-se para o plano "B"? Se reunir com os parceiros, tomar uma canha e esperar as coisas acontecerem. E acreditem, quando se espera, coisas boas acontecem. Um litrão de Raiska, gelo, Soda Limonada e alguns contatos são o suficiente para fazer a noite dar uma guinada. Digamos que o começo, escutando Milionário e José Rico, não foi lá muito animador. Mas o balaço na parceria com algumas amigas, a visita até uma casa noturna levemente embriagados, e a finaleira e mum porre fenomenal, regado a fiascos e risadas, fechou a noite com chave de ouro.

     É natural que no outro dia o "efeito amnésia" pegou pra valer. Reza a lenda que uma nobre jovem não lembrava de absolutamente nada. Tivemos que fazer o "brainstorming" para ir montando o quebra-cabeças da noite. Digamos que ela ficou bem surpresa: "eu fiz isso no 14?", "eu fiz tudo isso? Não acredito! Ai Zizuis, que vergonha". Se você já tomou um balaço, ou pelo menos assistiu "Se beber não case", deve saber do que estou falando. Natural também é passar o dia seguinte em estado de meditação. Você fica num local entre a Terra e Marte. As coisas acontecem de maneira lenta, é quase como um estado de transe. Pena que as pessoas não respeitam isso. Mas que nada, até o início da noite de sábado, tudo volta ao normal.

     E não é que resolvemos repetir a dose? Só que dessa vez a saborosa Raiska deu lugar a incrível Perestroika. E como o clima insistiu em sacanear os canalhas, uma festinha na parceria foi a melhor solução encontrada. Apesar disso, alguns optaram por desbravar a noite. Um deles frequentou 100% das baladas. Há boatos que faltou detalhes para adentrar na "Rebolation Fest". Na finaleira, uma conversa com a ex, um trago no balcão da bodega, e o sucesso de não ter que fazer um frete até uma cidade vizinha bêbado e com sono. Digamos que ele foi o herói da noitada. Outros abortaram a missão e se recolheram ao lar. Outros ainda conseguiram a popular abordagem do "encontro casual forçado". Enfim, cada um "luitando" com as armas que têm. Eu escolhi a Perestroika! Que bença!

     Domingão do dia das mães, tudo certo até umas alturas da tarde. E não é que a canalhada não sussega? "Galera hoje tem show do Luan Santana, vamos?". Poha Almir, pensa que eu so um touro? Mas enfim, vamos nessa né! Lá vai a canalhada 40km adiante, regada a muita conversa e troca de informações. Feito o "report" completo da noitada de cada um, uam fila básica para o tal show. Poha, estrutura gigante. Muita gente. Muito preço. Estacionamento 30 mango, entrada mais 15, caipirinha a 10 pila o copo, whisky com energético 20. Não é brincadeira hein? "Com esse preço acho que não vamos beber nada né galera?". Que falácia. Após o susto inicial do valor: "Tudo bem, por favor, 5 caipirinhas". E o show transcorreu na noitada de domingo.

     Só sei que a tal caipira entrou na mente da piazada. Não sei se foi pelo alto custo, se ela era feita de Raiska ou Perestroika ou se o balaço da noitada anterior voltou com tudo. O fato é que na finaleira, quando os canalhas se alimentavam para iniciar bem a semana, um canalha batizado de "o profeta", desferiu o seguinte poema para uma jovem que vestia uma calça amarela: "amarelo lembra ouro, ouro lembra ladrão, ladrão lembra você, que roubou meu coração". Que romântico hein? Essa foi pra fechar todas do final de semana...

Leia Mais…

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Um Fim de Semana Daqueles - Parte 2

     Poha Almir! E não é que tá chegando o fim de semana de novo? Nem tive tempo de escrever as bravuras ocorridas no último, e mais coisa está por vir. Que coisa não? Engraçado que quanto mais coisas acontecem, mais tenho assunto pra escrever. Certamente teriam mais de dez posts a serem escritos diante de tanta coisa que vejo nessa vida. Mas enfim, pra não deixar de relatar o que prometi no outro post, segue a história de um sábado épico, que só acabou no domingo...



Pra não perder o fio na meada, damos continuidade a partir do momento que acordei no sábado, dia do trabalhador...

     Meio que tonto devido a cachaça da noite anterior, me aprumei para ir até um grandioso costelão em comemoração ao dia do trabalhador (sim, eu mereço). Lá chegando, logo deu pra se enturmar com uma série de canalhas que também prestigiavam o evento. Uma cerveja aqui, umas risadas li, uma mandioca com carne acolá, enfim, tudo certo no almoço. A questão é que o canalha não se contenta com almoçar e ir pra casa. Os causos de valentia que cada um conta, regados a cerveja, vão ficando cada vez mais engraçados, e quando o cara percebe, a tonturinha já dominou o corpo.

     Nesse momento é hora de fazer graça. Chego para meu amigo e digo: "Velho, o Edson não veio para o almoço cara?". Inocentemente o canalha pergunta: "que Edson meu?". E feliz por acertar a empunha, eu arremato: "Edson C* que eu gosto". Totalmente idiota, mas a empunha foi replicada por mais de 10 canalhas. Um querendo ser mais malandrão que o outro. Com certeza valeu pelas risadas. No fm das contas até as canalhas estavam enturmadas, já fazendo plano de ouvir Mano lima pra fechar a tarde.

     Poxa vida, meio tonto lembrei que tinha um desafio futebolístico as cinco. Como não sou taura de faltar com a palavra, me fiz presente. No primeiro lance um carrinho no meio do atleta do time adversário impôs respeito. Eu não estava a fim de brincadeira. Pena que o restante do time não colaborou comigo e acabamos meio que sendo goleados (na verdade eles teimam em dizer que o culpado da derrota fui eu. Eu insisto! Foi culpa da cerveja que me fez perder a precisão do chute com minha perna esquerda que é um verdadeiro canhão).

     Sem perder o embalo, a noite se aproximava. No momento que me arrumava, uma luz salvadora no fim do túnel de um sábado de noite sem planos. Era a saudosa luz laranja da janelinha do MSN: "Oi Zeh, alguma coisa pra fazer hoje a noite?". Como diriam as organizações tabajara: "Minha querida, seus problemas se acabaram-se". E não é que assim como eu e meus amigos, minha amiga e as amigas dela também estavam sem nada pra fazer? Não seja por isso, se vocês não tem nada pra fazer, e nós também não temos, nada melhor do que não fazer nada juntos. E não é que a mesma concordou? Que bença!

     Se reunimos para tomar umas biritas, conversa, risadas, e aos poucos as coisas foram se encaminhando. Destaque para a excepcional performance de uma jovem no Rebolation. Não fosse o fato dela estar meio tonta e bater em uma mesa, derrubando os cascos de cerveja, seria digna de ser eleita Miss Funk na Barragem 2010. Na sequência tivemos um convite muito mais que indecente. Uma das gurias presentes nos convidou para uma festa alternativa. Devo dizer que dali pra frente, nem mesmo minha imaginação fértil poderia transcrever em palavras tudo que presenciei e ouvi. Nesse momento do post deixo de relatar o lapso temporal entre as 00:30 até as 10:00 do domingo. Com certeza voi so much crazy. Devo dizer que os parceiros que presenciaram os fatos com certeza não vão esquecer tão cedo. Em poucas palavras, TOTALMENTE DIVERTIDO.

     Tudo que sei que acordei pela manhã e vi as gurias que não tinham nada pra fazer e saíram com nós limpando o apartamento. Sim, uma verdadeira bença. O chão estava sujo, elas passaram pano. A louça estava na pia. Elas limparam. O cachorro não tinha comiga. Elas serviram. Enfim, tudo aquilo que a gente gostaria de pedir, mas não pede pra não ofender as moças, que insistem em dizer que isso é machismo, as meninas fizeram de bom grado. Ponto pra elas. Essass discussão seguramente daria um post reflexivo, acho até que vou escrever a respeito um dia desses. Mas enfim, o fato é que essa atitude nos motivou a fazer um suculento churrasco. Digamos que foi providencial após um fim de semana acima da média.

     Pra fechar todas, tive que engolir os gremistas comemorando a derrota para o inter. Esse é o tipo de título meia boca, que você ganha perdendo. Não contentes com tudo isso, algumas odisséias em um domingo de noite. Meninas parceiras, de fundamento, achando que estávamos de brincadeira quando propusemos nos deslocar até uam badalada casa de shows e baile. Uma viagem pela cidade, muitas risadas, e pra fechar com chave de ouro, uma comemoração de aniversário regada a Cerveja e uma porção de Ovo de Codorna, Pepino e Palmito servida na calçada. Nada muito elegante, devo concordar, porém, extremamente excêntrico, louco e divertido, justamente o que deixa um canalha feliz. Espero que elas também tenham gostado. Essa vida hein, que bença!

Leia Mais…

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Um Fim de Semana Daqueles!

     Pois é minha gente, tempo, mas muito tempo sem parar aqui para escrever. Mas sem mais delongas, vamos aos fatos que ocorreram ao longo dos últimos dias. Merecem ser muito bem escritos, pois ficam para a posteridade, fato!

     Separemos essa odisséia canalha em diferentes pontos. Uma viagem muito louca a um show na cidade vizinha. Um sábado a tarde alcóolico. Um sábado a noite de preparativos. Uma madrugada SO MUCH CRAZY. Um domingo de fundamento. Um fim de domingo inesperadamente divertido. Bom, se não esqueci de mais nada, resta apenas relatar.



     Antes disso me obriguei a colocar essa imagem. Sabe quando você assiste um filme e acaba todo empolgado pensando: "que merda, eu também quero fazer isso em algum momento na minha vida". Pois é, coisas estilo "Porkys" (pra quem não viu, um American Pie dos anos 80) estão na mente de qualquer canalha, seja ele adolescente ou idoso. E não é que as coisas acontecem mesmo? Leia e aprecie com moderação...

     Lá vamos nós. Já adianto que vou relatar aqui apenas uma pequena porção dos fatos que aconteceram, mas relatarei os outros mais a frente. Sim, vocês vão ficar com um gostinho de quero mais!

     Na sexta-feira lá se foram os canalhas para um show em um evento da cidade vizinha. Fiquei até impressionado, pois apesar das inúmeras baixas no time dos solteiros ocorridas nos últimos tempos, conseguimos reunir um bom número de atletas. Devido ao trabalho e o estudo consumir a piazada até as 22:30, tivemos que agilizar o processo de migração. Mas os 40 minutos no trecho até que foram divertidos, dando pra colocar as conversas em dia e programar as proezas. Foi nesse momento da noite que surgiu a lembrança dos filmes da imagem acima. Isso garantiu boas risadas.

     Chegando no local 23:15, não é que o tal show de alguma dupla sertaneja universitária começou pontualmente as 23:00? Tivemos que agilizar o processo, pois em shows a noite é bem mais curta. Chegar atrasado é sempre ruim, como diria o nobre Rubinho Barrichello. Normalmente demora-se mais pra avaliar o perímetro e provavelmente alguém está na frente de você. Além disso o friu pegou pra valer. Pra arrebatar, um amigo de longa data caiu um tombo antológico. Ainda bem que seu tecido adiposo reforçado amenizou a queda. De positivo no show foram os encontros furtivos com algumas canalhas. É sempre bom esses momentos, principalmente quando as moças tem uma beldade acima da média.

     O show acabou. Mas um canalha quer mais. Legal foi ver dois abençoados meio bêbados tentando o approuch nos mais variados perfis de mulher. Um insucesso atrás do outro! Fica a dica: em fim de show, baile, festa, rave, carreira de cavalo, etc, não tente abordar moças desconhecidas. Em 99,8% das situações você se dará mal (mas matematicamente falando, temos uma chance, por isso que todo o canalha faz essa bobagem). Numa dessas empreitadas pelo menos um dos piazão conseguiu engatar o diálogo. E sabe como é, os demais ficam ali, na espreita. Por isso ouvi claramente o papo: "E aí gata, você que é daqui, aonde é a festa depois do show?". E ela responde: "Tem uma festa aqui, o Harrém". Sim escrevi com 2 "érres" justamente pela entonação. Foram 10 minutos de risada que consumiram os músculos da barriga. Tivemos até que se esconder atrás do ponto de ônibus pra não ofender a donzela.

     No retorno a Chapecó uma cena grotesca. Numa noite fria, próxima dos 10 graus, dois piazão tentando abrir o teto de um escort XR3 (antigamente status total, hoje, uma completa fiasquera, tanto que em dia de chuva não dá pra sair com ele porque chove mais dentro do que fora). Muitas, muitas risadas vendo o esforço sobrehumano dos rapaz pra "meter uma mala dando banda na avenida".



     Quando coloquei a foto lembrei de uma amiga: "Zé, olha lá um cicatriz". "Um o que?". "Um cicatriz, ou seja, ex-corte".

     Continuando o relato, a noite acabou em uma bodega com nome de avião. Mais amigos, cerveja, flertes, e quase um projeto de briga. No fim deu tudo certo, que bença! O detalhe é que meu carro foi sequestrado por um amigo. Cheguei em casa no banco de trás, apenas observando o amor acontecer. Tudo bem, tudo bem, pela parceria dessa vez passa!

     Esse foi o prólogo dos garranchos. Com certeza, o pior ainda está por vir. Voltaremos!

     OBS: Se gostou e quer ver onde essa história termina, comenta!

Leia Mais…

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ressaca Pós Festa na Capoeira

     Boa noite pessoal! Nove e pouco da matina e minha noite ainda não acabou... sim, pois fui para o berço as 04:32 da noite e não consegui dormir até as 6:30, culpa da consciência pesada. Sim, pois o piazon que saiu comigo ontem estava sem auto e disse que só saia caso eu desse carona para ele hoje de manhã. É lógico que concordei, visto que daríamos apenas uma voltiada pela cidade.

      E não é que como sempre a voltiada deu uma alongada? O que era pra "acabar cedo" e "não beber muito" virou uma odisséia pelos arredores da barragem (já explico) somado a uma mistura de vários tipos de bebida...





      Tudo começou muito bem, obrigado. Amigos reunidos no AP tomando um saudoso Johnnye Black com energético e jogando um poquerzão na internet. Muitas risadas, conversa fiada, e ao cair do torneio, somado a uma pequena dose de embriaguês, uma pergunta veio a tona: "e hoje piazada?". Não, nunca fale isso para um canalha meio tchuco! Essa frase deu início a uma bela noitada.

      Um nobre canalha logo se empolgou e disse: "pia, hoje tem uma festa na cabeceira da barragem, vamo lá que não tem erro!". Pra não faltar com a parceria eu disse: "vamo memo!". E migramos para o tal local. Eis um problema! O local que eu achava que era não era. E vai pra um lado, e vai pra outro, e sobe, desce, e segue o baile. Entre indas e vindas destaque para os piazon de um uno que pararam do nosso lado e disseram: "firmeza mano? aonde é a festa?". E logo desceram nos oferecendo um copo de vinho (São Pascal ou inferior), dizendo que pagaram barato mas era docinho docinho. Depois de N minutos no celular o instinto "festa" falou mais alto e achamos o local do referido evento: longe, muito longe e escondido!

     Pra resumir, a festinha estava uma bença. Apesar do baixo número de piazada parceira na ida, no local tudo se resolveu. É impressionante como a piazada gosta dum evento na quinta feira. Como diz o maneta, "saem com uma mão nas costas". Mulherada gelada, cerveja bonita, e tudo transcorrendo dentro do planejado. Quer dizer, tirando a parte do não vamos beber muito e vamos logo pra casa. Isso infelizmente acabou não se concretizando. Voltamos embora meio que levemente embriagados e muito mais tarde do que a idéia original. Mas sabe como é né... já vamo então, só antes vamo toma mais uma e dar mais uma volta. Coloque isso num laço com i<=50 e o resultado, se você entende de algoritmos, você sabe qual é.

      Finaleira, promessa de buscar o amigo cedote, muito álcool na mente e um sono leve. Esse foi o fim da noitada. E não é que acordei no susto hoje de manhã? Devo ter dormido muitoooooooooo! Resultado: muito sono. Uma longa viagem e várias ligações para acordar o rapaz (sim, quando falo uma coisa, eu digo e cumpro). Risadas em modo balaço para ir para o trabalho. Um café que vale ouro, um torrada com ovos que caiu como uma luva, e muito trabalho. Um rádio ligado na AM 610 escutando política para fazer o cérebro funcionar, e o PHP Editor bombando, com as variáveis fazendo curva na tela. Somado a isso um esforço para escrever no blog e espantar o sono. O divertido nessa história é olhar para as estagiárias e perceber aquele sorriso malandro como quem diz: "esse pia não tem jeito, olhe a cara de bêbado dele!". Só quem presencia uma noitada sabe como é! E vamos ao final de semana!

Leia Mais…

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sabedoria de um Homem Sábio

     Nada melhor do que visitar parentes no feriado. Quem aqui amigo não foi pra uma cidade bem menor que a que vive atualmente pra dar um boa tarde pros parentes? É tios, tias, compadres, avós, primos e por aí afora. Aquela emoção de rever os parentes em pleno feriado. De manhã você com cara de sono (geralmente de ressaca) é obrigado a dar uma de Hulk e ficar verde de tanto chimarrão. De meio dia não vê a hora de colocar a bóia pra dentro pra poder dar uma sestiada na cama de algum parente(normalmente tu não consegue dormir porque a cama não lhe convém). A tarde, meio que "atorado de fome" se vê obrigado a aceitar as bolacha caseira da tia pra poder disfarçar um pouco. Se bem que com uma cuia de mate desce que é uma maravilha.




     Pois bem, descrita a cena do passeio na casa dos parentes,vamos ao tema central do post, como sempre, regado de ironia e machismo, tudo em troca de humor e algumas gargalhadas na segunda...


     A certa altura da tarde fui junto com meus pais visitar o meu padrinho que a pouco passou por uma cirurgia para remover um câncer no pulmão. Confesso que fiquei impressionado com a recuperação dele, visto que fez a cirurgia a menos de 15 dias. Conversava normalmente, alegre e bem disposto. Talvez porque ao longo de sua vida uma carteira de cigarro e várias cachaças nunca foram problema para o mesmo. Não seria um simples câncer que iria derrubá-lo. Aqui abro parenteses para lembrar o dia em que o mesmo teve uma congestão: depois de quase dois vidros de ovo de codorna em conserva e algumas doses a mais de bitter, o corpo véio não aguentou o tirão. Mas como sempre ele se recuperou.

     O fato é que a certa altura da proza perguntei: "mas padrinho, e a sua nova namorada, aonde está? (sim, ele é viuvo e estava com uma outra mulher a algum tempo). Nesse momento a sabedoria veio a tona: "veja bem meu afiliado, depois que descobri meu problema ela começou a querer me controlar no que eu comia e bebia,e até mesmo o cigarro estava me tirando. Veja bem se sou homem de aceitar esse tipo de impedimento depois de velho". E eu indaguei: "mas padrinho, não seria para o seu bem?". E ele arrematou: "Meu afiliado, quando estava com ela sempre tratei bem, dei do bom e do melhor, e pra que tudo isso? Pra mulher me mandar e regular o que faço? Já não chega a outra ter feito isso! Mulher tem que lidar que nem porco, se você trata bem, além de encher a barriga no final vai lá e vira o coxo, se enche de coice sussega e não reclama. Devo confessar que nesse momento me controlei externamente, mas por dentro quase chorei de tanto dar risada.

     Papo vai papo vem, e quando estávamos indo embora comentei aquela afirmação com o pai e a mãe: o pai deu risada e achou engraçado. A mãe fez cara feia e disse: "é bem do tipo do teu padrinho mesmo, homem de boa índole mas muito grosso". Acredito que com os nobres leitoras e leitores desse blog, a conclusão não seja muito diferente... mas é fato que esse momento de sabedoria me valeu a visita a Caxambu.

Leia Mais…

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O que você precisa para ser um autêntico cafajeste?


- Não ter nenhum princípio.

- Entender que Homem não trai, distrai-se.

- Aprender que nunca se deve bater em uma mulher – ela pode se apaixonar.

- Mulher bonita a gente pega e conta pros amigos. Feias a gente pega mas não conta pra ninguém

- Princípio básico: Cafajeste não mente, omite.

- Cafajeste não se arrepende, se diverte com o fatídico.

- Nunca deixe os amigos porque sua namorada está chamando.

- Mesmo se for pego em flagrante, negue tudo até ela acreditar.

- Em casos de “extrema necessidade”, prometa tudo a uma mulher – elas acabam cedendo.

- Seja prevenido, leve camisinha até para velórios, mulheres são geralmente frágeis e sentimentais.

- Não perdoe, vingue-se.


by http://testosterona.blog.br

Leia Mais…

terça-feira, 28 de julho de 2009

Como comer aquela sua amiga comprometida

História muito viajante!
99% de possibilidade de não dar certo.
Mais provável o pai dela chegar primeiro, ver você cortado e caído no chão e jogar álcool nas suas costas para você nunca mais repetir essa loucura!
Ah! E corra antes que ele pegue o fósforo, HAHA

Você tá louco pra dar uns pegas naquela sua amiga comprometida?
Sem problemas, com este simples manual você vai conseguir realizar sua fantasia. Vamos lá…
Do que você precisa:
- 1 faca
- 1 anel
- acesso a uma câmara de bronzeamento
- capacidade de deixar uma barba crescer.
Vamos ao guia:
1º Passo: Coloque o anel no seu dedo anelar esquerdo, o do casamento, e evite o contato com a sua amiga durante um mês..
2 º Passo: Pare de se barbear e comece a usar a câmara de bronzeamento pra ficar com aquela corzinha esperta.
3 º Passo: Depois de um mês, quando você estiver com a barba bem cheia e seu bronzeado for bem fácil de notar, retire o anel do seu dedo.
4º Passo: Tira todas as suas roupas e arrume um jeito de invadir a casa da sua amiga.
5º Passo: Use a faca para fazer cortes superficiais em várias partes do seu corpo. Evite o rosto. Se possível, se concentre na area das costas. Quanto mais sangue melhor.
6º Passo: Entre no quarto dela e deite com a face virada para o chão. Espere ela chegar em casa.
7º Passo: Quando ela entrar no quarto, finja que está inconsciente. Deixe que ela vire você e tente acordá-lo por alguns segundos antes de abrir os olhos. As feridas no seu corpo vão server de distração para o fato de você estar pelado. Ela vai estar mais preocupada com o seu bem-estar do que ficar apavorada com um um homem nu no quarto dela.
8º Passo: Quando ela perguntar o que aconteceu, ignore suas perguntas. Em vez disso, aja confuso e pergunte e data. Se for 15 de Setembro, ela vai responder “15 de Setembro”, e aí você deve responder: “Não, que ano que é”.
9º Passo: Assim que você ouvir o ano, diga “Funcionou”. Finja perder a consciência novamente, por alguns segundos, como se tiver dito isso tenha tomado muito esforço.
10º Passo: Se sua amiga é uma pessoa curiosa, ela provavelmente vai perguntar o que funcionou. Mas mesmo se ela não perguntar, essa é a hora em que você diz “[Insira aqui o nome da sua amiga], eu sou do futuro” com a voz mais perplexa possível.
11º Passo: Pause por uns 10 segundos para permitir que a incredulidade da situação perca espaço. Afinal, não existe razão para ela duvidar de você: a barba e o bronzeado vão fazer você parecer muitos anos mais velho e os cortes vão contribuir para a idéia de que você vem de um futuro pós-apocalíptico mergulhado em uma guerra.
12º Passo: Erga sua mão esquerda na altura da face. Como toda mulher é muito observadora, ela vai notar a marca não-bronzeada no seu dedo da aliança. Se ela for minimamente inteligente, vai perceber que o anel simplesmente desapareceu, afinal, está bem óbvio que roupas e outros itens não podem viajar através do tempo. Sua nudez vai dar suporte a toda essa história.
13º Passo: Agora vem a parte difícil: o monólogo.Com as suas palavras, você deve fazer um pequeno discurso no qual você deve mencionar todos esses assuntos:
a) Vocês dois estão casados um com o outro no futuro

b) O atual namorado dela está morto

c) O mundo está próximo do fim. O motivo, você escolhe, mas eu recomendo uma guerra contra as máquinas. Até porque as franquias do Exterminador do Futuro e de Matrix te dão material de sobra para criar um background para a história.

d) No futuro, a relação de vocês não está indo às mil maravilhas

e) Você voltou no tempo porque não podia deixar de sentir que ela teria sido mais feliz com o atual namorado se ele não tivesse morrido

f) O atual namorado dela morrerá atropelado em 6 meses, atropelado por um ônibus no caminho do trabalho. E ela deve impede-lo de trabalhar nesse dia

g) Se ela fizer exatamente o que você disser, essa versão que ela está vendo de você desaparecerá e vocês nunca se casarão. Se ela te questionar sobre a falha absurda dessa sua lógica sobre viagens no tempo (paradoxos, etc, vejam Lost, os 12 Macacos ou A Máquina do Tempo para entender), dê uma enrolada nela usando como referência linhas do tempo alteradas, De Volta Para O Futuro, etc.
14º Passo: A menos que sua amiga seja feita de pedra, ela agora vai estar transbordando de emoção, especialmente pelo seu altruísmo. Levante-se e dê um beijo de despedida nela. É importante que você faça isso com a confiança de um homem que já fez isso várias vezes (afinal, vocês supostamente foram casados por anos).
15º Passo: Não existe a menor chance de vocês não estarem prestes a transar. Você tá pelado, beijando ela, no quarto dela, se dispondo a apagar a própria existência da história só para fazê-la feliz. E até onde ela sabe, vocês já treparam milhões de vezes no futuro que não vai mais acontecer. Então ela pensa que talvez deva pelo menos ter alguma lembrança disso.
16º Passo: Depois do sexo, peça algumas roupas emprestadas e vá embora.
17° Passo: Faça a barba, fique um tempo sem pegar sol pro bronzeado sumir e enquanto isso use alguma coisa para cobrir a marca da aliança. E aja como se nada tivesse acontecido. Existem 3 possibilidades de desdobramento:
1) Durante a transa, alguns sentimentos que ela não sabia que existiam vão despertar e ela vai largar o namorado por você.

2) A vida vai continuar normalmente
3) Você vai se sentir culpado por causa da nebulosidade moral da coisa toda, que você não está inteiramente certo se conta ou não de certa forma como algum tipo de estupro . Você vai tirar sua própria vida com uma forca, uma overdose ou cortando os pulsos.

Vi no vidaordinaria.com

PS. Se algum leitor for corajoso o bastante para proceder com tamanha proeza, por favor relate o resultado!

Beijos

Leia Mais…

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Bebidas Estranhas

     Certa feita chegamos eu e mais alguns canalhas em uma afamado bar da city para mais uma noite de canalhice. Logo de cara encontramos outro canalha que havia chegado mais cedo para garantir uma mesa. Após os comprimentos vem a pergunta básica: e aí piazada, vão tomar Whisky com energético pra me ajudar a secar essa garrafa ou vão na cerveja? Os canalhas ficaram divididos, porém ambos esganados: enquanto alguns foram na garrafa de whisky (que até o fim da noite viraria quatro garrafas), outros foram na cerveja (a cada rodada, um baldinho com cinco). Ao perceberem que eu não estava nem em uma nem em outra veio a pergunta: "E aí véio, vai beber o que?
     Todo empolgado respondi: "cara, vou experimentar a tal da Piña-Colada". Nesse instante fui motivo de chacota! Não sei se por não saberem o que era exatamente isso ou se a bebida tem alguma conotação gay. É só pedir alguma coisa diferente que todo mundo estranha. Fato que já vi um monte de filmes onde os atores degustavam a tal bebida, por isso a tempos queria experimentar. E né que é boa mesmo? (Leite de Côco, leite condensado e Vodka, eu acho). Mas indo direto ao ponto, todo mundo já deve ter experimentado bebidas estranhas, por isso vou falar sobre algumas...

     Uma noite dessas estávamos reunidos na casa de um nobre canalha quando o mesmo falou: "pai, posso pegar um vinho da nossa produção caseira para oferecer para a gurizada?". Não nessas palavras ele respondeu: "Vai froxo piazão!". Então lá foi o canalha buscar o néctar. Após servir os parceiros percebeu que após a primeira "golejada" todos faziam cara feia. Um exclamou: "Mas forte esse vinho!". O outro: "Bah, esse é forte mesmo, mexaria!". E outro após um profundo gole: "Cara, busca lá umas pedra de gelo!". Nesse momento um canalha especialista em vinhos titubeou: "pia, eu acho que isso não é vinho, é vinagre!". Fato! O Canalha havia pego por engano o litro de vinagre, ao invés do saboroso vinho. Pelo menos foi divertido ver a cara da piazada após o gole de vinagre. Mas o sabor do vinho compensou, que bença!
     Outro dia estávamos em um biombo qualquer da cidade quando resolvemos fazer uma caipirosca. Já tínhamos a vodca e o açucar, faltavam apenas o limão. Sem problemas, os do pé da casa do vizinho estavam ao alcance. Show de bola as primeiras rodadas do trago. Pena que acabou a vodca e sobrou o que? Adivinhem? Um litro de Velho barreiro! E esse mesmo que foi a matéria prima das demais caipiras. Legal foi experimentar as duas últimas, onde o limão era excasso e o açucar tentava disfarçar o gostinho inconfundível do "véio".
     Por falar um velho barreiro, aqui tenho que me aprofundar nessa iguaria dos canalhas em início de carreira. Também conhecido como "Velho Parceiro", ou então "Beto Carreiro", com certeza é a bebida ideal para quem quer tomar um porre sem gastar muita grana. Canalhas que estão começando a sair, onde bem sabemos que o dinheiro na guaiaca dificilmente passa de dois dígitos, sendo o primeiro dígito da cifra menor que 3, fazem uma vaquinha e lá vai: um litro do parceiro, uma coca e um saco de gelo. Dez reais resolvem o problema. Desce meio que engasgando, mas pra quem tá todo empolgado pra fazer festa e já tomou os xarope que a mãe faz pra melhorar da gripe, é praticamente um néctar dos deuses. Lembro que quando comecei a sair a moda era velho barreiro com Fanta Citrus, uma espécie de fanta de cor esverdeada, hoje já extinta da prateleira dos mercados. Se ela voltasse seria uma bença para a piazada.
     Além dos citados acima, já presenciei, ou mesmo bebi, uma série de fórmulas muito loucas de trago. Cachaça no abacaxi (normal, fora o que aconteceu depois, tamanho o balaço), cachaça na melancia (me contaram que bebiam dentro na melancia com uma mangueirinha de chuveiro, e que depois um canalha usou a melancia como capacete), smirnoff com sprite (uam caipira pós-moderna), cerveja com vodka, popular submarino (derruba a vodca na cerveja e manda bala), pau na cocha (não meninas, não se empolguem, é apenas a mistura de vinho com leite moça), vinho com coca, vinho com vinho (aliás, tem coisa pior que porre de vinho? É pra derrubar o índio do pinheiro), whjisky com coca (inclusive o cardápio do últmi fim de semana), além de uma série de outros que nem lembro direito.
     Também não á pra esquecer das bebidas tomadas puras: antigamente era regra nas festinhas ter o tal do Vermout, ou como um canalha diz: "Vermúte". Tem também a moda depois das festas, a poderosa Catuaba. Outra coisa que eu não recomendo é o tal do whisky Black Stone (tradução literal, "Pedra negra"). Não é preto, e sim amarelo, mas realmente a "pedra" no nome se justifica: tomar um desses equivale a receber uma pedrada na cabeça tamanha a dor na mesma no outro dia. Não podemos esquecer da geradora suprema de balaços: A tequila. Essa é lider em ocasionar garranchos. E por fim entramos nas linhagens mais típicas: whisky com energético, whisky com whisky, e claro, ela, a toda poderosa: cerveja!
     Bom, citei aqui algumas das combinações que lembrei. Com certeza algumas eram, ou mesmo são modinha de alguma fase da canalhice. Mas o legal é que todas elas convergem para o mesmo fim... a tonturinha!

Leia Mais…

segunda-feira, 6 de julho de 2009

QUANDO OS CACHORROS SÃO MELHORES QUE OS HOMENS?

HOMENS, apesar de adorarmos eles, existem alguns momentos que eles conseguem ser insuportáveis, serem piores que nossos fieis cãezinhos. Mas se você educá-los bem, eles podem se comportar como um cãozinho que obedece a sua dona sem nem dizer um “au”.


QUANDO OS CACHORROS SÃO MELHORES QUE OS HOMENS?
•Os cachorros comem Bonzo e não reclamam
•Os cachorros, quando treinados, mijam no lugar certo. Os homens passam a vida tentando
•Você não precisa levar cachorros nas festas da sua turma
•Cachorros não babam no seu travesseiro limpo, nem roncam no seu ouvido
•Cachorros não sabem manusear o controle remoto da TV
•Os cachorros cultivam os relacionamentos
•A mãe do cachorro não cozinha melhor que você
•Cachorros não notam que você engordou
•Cachorros adoram passear com você
•Cachorros não passam o domingo assistindo futebol
•Cachorros são leais, carinhosos, solidários e bem humorados
•Cachorros não reclamam quando você assovia para o cachorro do vizinho da esquina
•Se você fecha a porta, o cachorro não entra no seu quarto
•Cachorros não ficam ridiculamente encantados com simples glândulas mamárias

QUANDO OS CACHORROS SÃO IGUAIS AOS HOMENS?
•Ambos gostam de te cheirar
•São totalmente dependentes da dona
•Não conseguem se expressar de maneira inteligível
•Transam com qualquer uma

QUANDO OS HOMENS SÃO MELHORES QUE OS CACHORROS?
•Quando ganham bem.



Obs.: Queridos canalhas isso não necessariamente se valida a vocês, adoramos vocês!

Leia Mais…

Se anima Canalha, é apenas segunda!

     Segunda com cara de segunda, cada um tentanto fazer o melhor possível pra deixar ela mais agradável. Como isso me ajudou a sorrir na segunda, resolvi fazer a minha parte... que bença!




     Tudo bem meninas, vocês podem ter olhado pra isso e não terem gostado muito, então vocês podem se deliciar com esse sujeito bem dotado de tamanho. Mas a questão é a seguinte: mutias vezes vou pra balada e fico observando as vestimentas das moças. Não sei qual o motivo que leva as jovens a exagerarem tanto no uniforme. Usam umas roupas muito estranhas, com detalhes pra lá de chamativos, batinha aqui, uam babado lá, um sei lá o que na manga, umas flor muito loka no cabelo, enfim, um monte de acessórios, na minha modesta e insignificante opinião, desnecessários.
     Conselho de um canalha: vista-se de maneira simples. Uma calça mais apertada, aprovado. Uma blusinha básica que deixe ou um pouco da barriguinha a mostra ou então com um bom decote, aprovada. Um salto alto, aprovado. Alguma pulseira, colar, piercing ou brincos, aprovados. Agora, blusas extravagantes, calças largas, estilo bombacha, botas "pulo do gato" ou semelhantes, que fraude! Tudo bem que elas se vestem para impressionar elas. Mas se você quer impressionar um canalha vai por mim, seja original e simples, não abuse. As jovens ali da foto são um belo exemplo, tirando o fato da saia ser muito comprida...

Leia Mais…

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A Gata dos Sonhos - Parte Final

     Em comemoração à 100ª postagem do blog, nada melhor que o capítulo final da nossa bela história, que a cada linha esquenta mais e mais. Se você não leu as anteriores, não deixe de conferir A Gata dos Sonhos - Parte I e II. Com certeza foi um sucesso de bilheteria.
     Mas vamos aos fatos. Após o nosso nobre amigo canalha conquistador pé de chinelo convidar a gata pra sair, dar umas voltas, entrar na mente e por aí a fora, eis a hora crucial. Assim como eu, com certeza você também deve se identificar com uma ou outra coisa dessa história. Antes de ler esse post, vai aí um amendoim? Heheheheheh.

Vamos a ela...

     Sugeri, meio sem jeito, colocarmos no canal pornô... Sei que vocês devem achar que sou um tarado pervertido, mas é que estava com vergonha, aquela gata lá do meu lado, e eu todo tímido, afinal mulher descente a gente trata com todo o respeito. Enfim, coloquei no canal pornô. O que é um canal pornô de motel? Aquela mulher com a bunda que parece rosto de adolescente. Só pode que recrutam as “atrizes” num puteiro. E o ator? Por que sempre têm que colocar um ator carioca? – vai gosssstósaaa! Safadaaaa!!! – script de filme pornô é sensacional. Nem o melhor do Stand-up comedy faz a gente dar tanta risada, é claro, depois de ter feito o serviço! Imaginem se o ator fosse mineiro: - Ó gentii, vai qui ta baun demais da conta sô! – Ou então um baiano: oh minha nega, vai um bucadinho mais rápido, mas não muito! – ou um gaúcho: mas bah tchê, que prenda mais formosa, pode chupar que a manga é doce! Não bote o dedo lá que me derreto! – brincadeiras a parte, o ator do filme pornô era afro-americano, e conforme reza a lenda, muito bem servido de membro.
     Sabem aquelas mortadelas? Pois é... e foi nesse momento que minha gata meiga, perfeita, se revelou. Ela puxou o ar do fundo dos pulmões e exclamou: “Meu, que cacetão!”... Nesse instante, lembro como se fosse hoje, todo meu conto de fadas (que gay isso) caiu por terra. Percebi que minha gata não era aquela meiguice toda! Então sem perder tempo fui com tudo (tu me paga sua cachorra), deixando de lado toda aquela boiolice de ir com calma. Caprichei nas preliminares... um minuto depois estava com a camisinha na mão. Que ato! Mais um minuto depois estava no banheiro dando uma limpada no bicho véio...e, pro espanto de vocês, limpando na pia! (quem aqui nunca utilizou uma pia amigo?).
     Voltei logo, afinal de contas sabe como é... aquele intervalo de 3 minutos onde o membro continua ali... cutucando o umbigo! Lá estava a ex-moça de ar angelical, agora aquela cachorra... depois do primeiro minuto de prazer, fui iniciar o segundo tempo. Aproveitando-se da, digamos assim, alegria do MiniToy, hora de colocar o segundo preservativo. Bem que poderia vir estampado: este lado para cima! Isso ajudaria muito! Puxa daqui, desenrola de lá, e nada de conseguir vestir a caneleira. Nesses 20 segundos de dificuldade técnicas (deveria ter lido aquele manual do postinho de saúde), o fator psicológico pegou: paumolescência! (só pode que a psicologia tem uma explicação para isso, daria uma tese de doutorado: A dificuldade de colocar preservativos e seu reflexo na ereção).
     Que situação... bate o nervoso, o cara fica sem jeito, confusão mental, onde mesmo eu coloquei a minha forca portátil? Ainda bem que nesse momento as meninas são “bastante” solidárias: umas permanecem totalmente imóveis, outras dão risada e, as mais megeras, fazem uma carinha de queridas (deboche na verdade) e dizem: “isso acontece bem”. Poxa vida, será que não ta escrito na nossa cara? Paga um vai! Minha gata até que se comportou bem... me puxou ao lado dela e foi acariciando levemente o júnior. Nesse momento meti meu diálogo de Dom Juan do Bairrão. Aquelas palavras lindas que a censura me proíbe de dizer seguidas de um breve fluxo sanguíneo nas partes baixas fizeram o mastro enrijecer (sim, também tirei esse trecho de um filme brasileiro de pornochanchada). Meus amigos, nesse intervalo de 15 segundos seja rápido! Ou vai ou racha! Pra minha alegria foi. A terceira camisinha foi conivente com meu sofrimento e não impôs dificuldades! Uauuuu! Sexo Nissin-Miojo (3 minutinhos tá prontinho). Senti que a gata chegou próxima ao Nirvana. Que performance a minha! Vai ver é por isso que me chamam de o coelhinho reprodutor!
     Ato consumado, merecia meu prêmio: Uma cerveja preta bem gelada! Nesse momento ela me pede: - Posso tomar uma keep cooler amrozinho? - o primeiro gole de cerveja que acabava de adentrar pelo esôfago quase tomou o caminho dos pulmões! - Tomar o que? Ta de palhaçada comigo né? – falei em alto e bom som pra mim mesmo. Machão que sou respondi: – Claro que pode, de maça ou de pêssego linda? – isso é o cúmulo da cafagestice mesmo! Ela respondeu: – Não tem de morango? Pêssego eu já enjoei! – Parááááááá! – Novamente frase errada na hora errada, mas tudo bem, garrancho já feito, vamos então rumo ao garrancho perfeito. Logo no segundo gole de cerveja preta, vendo aquela loka tomar keep cooler (alguma vez eu falei ar angelical? Era mentira), me veio um relapso de pensamento: finanças...
     Os míseros 17 reais, com sorte somados a uns 2 reais de moeda dentro do carro, não dariam nem pra pagar as “keepi” da moça. Contabilidade no vermelho (menos mal que não era a jovem), fui tomar uma ducha (que fresco) para renovar a batiria! Nesse momento tive um pensamento iluminado: meu cartão de crédito universitário! Adoro o capitalismo moderno! Solucionado o problema do pagamento, me deparei com aquele sabonete mais jaguara de todos: pequenino, quadrado, duro, áspero, sem cheiro, não faz espuma e, se bobear, ainda custa 1 real! Nos meus pés a havaiana surrada! Que charme! Enfim, vamos voltar para minha “princesa”. Lá estava ela, nua e crua. Poxa, depois de duas tudo o que eu queria ver era ela de calcinha, pelo menos pra tentar um novo clímax! Mas nada, lá, estirada, pior que galinha atropelada (tudo bem, eu sei que é culpa da minha performance, devia ter sido mais breve).
     Nesse momento, nesse exato momento, e lembro como se fosse hoje, começa a tocar o CD do Amado Batista, uma coisa que me estimulou de uma maneira fascinante! Lembro da letra daquela música: “Eu era lixeiro, você empregada, a gente se olhava e se encontrava na mesma calçada” (típico amor de bairrão... o cara na correria catando lixo e a Jovem com seu Derby na boca dando uma enxaguada na calçada). Nem vou comentar sobre a terceira empreitada. Uma jornada de incríveis, impressionantes 12 minutos! Um fato épico para o homem garanhão dos tempos modernos!
     Fato consumado, com oscilações de dureza entre 95% e 15% (poxa vida, era a terceirinha), surge uma dúvida cruel: porque as mulheres não se tocam, se vestem, entram no carro e ficam prontinhas pra ir embora? O homem pós sexo é que nem miojo: 3 minutos tá pronto. A mulher ta mais pra churrasco: demora e tu não vê a hora que fique pronto! Enfim, até o cabelo eu já tinha arrumado e a mejera tava lá, lendo um cartazinho com figuras de acessórios íntimos! Será que depois de toda a satisfação que eu lhe proporcionei ela ainda conseguia pensar nisso? Acho muito difícil. Mas ainda bem que ela se tocou, foi só ligar o carro e dizer que ia abrir o portão que ela começou a se vestir.
     Hora de pagar e ir embora... Não tinha outro momento pro motoqueiro com a gorda na garupa sair? Justo na minha frente? Ninguém merece! Pelo menos ele atropelou a anta e comeu, senão iria denunciá-lo ao IBAMA! No momento de pagar, aguardei a facada: senhor, são 30 reais... 30 conto? Exclamei um pouco alto de mais (era só pra eu ouvir). Senhor, 15 do horário, 6 de 4 preservativos, 4 de uma keep cooler, 3 de uma cerveja e 2 reais de um choquito. Puta merda, em que parte da história mesmo eu falei sobre... um choquito? Nisso escuto aquela voz que adentrou na parte mais profunda do meu cérebro: "Adóoooroooo Choquito!". Cara, é nessas horas que sou a favor da campanha do desarmamento. O Capitão Nascimento teria dito: Vou enfiar esse choquito na sua bunda! Pede pra saí, pede pra saí! Mas enfim, todo mala estendi meu cartão de crédito universitário com limite de R$100 imponente e disse: crédito! Um instante de silêncio e escuto uma notícia trágica: Não estamos aceitando cartão de crédito senhor! (o gerúndio que vai dominar o mundo). Pensei comigo, pensei mais um pouco e: agora fui eu que me fudi! Se foi o boi com a corda! Caiu a casa! Agora ferrou! Puxei os 17 reais e contei, fingindo que não sabia da gauchada! Não acredito, 17 pila e deixei o cartão de débito em casa, vou ter que pedir pra por na conta! – sim, nesse momento é preciso ser frio e calculista para fazer uma piadinha... tudo bem que ela pensou: Ihhh, ta quebrado hein! Pelo menos é bom de cama, uma máquina sexual! – Aí ela disse: “Tudo bem, eu tenho dinheiro aqui, te ajudo a pagar”.
     Nesse momento tomei um tapa de luva! A jovem me puxa um emaranhado de notas de R$50 e R$100 que me deixaram arrasado – "só pode que, ou recebeu hoje ou retirou o fundo de garantia" – meu lado malicioso pensou no momento. Gorpiei R$50 da moça e paguei a conta pra acabar com o sofrimento! Abriram-se as portas da esperança (ou da liberdade, como preferirem). Com aquele sorriso amarelo verde-limão falei: "você é o cara, como percebeu que sou um quebrado tenho que te devolver essa grana em serviços sexuais..." ela riu – não sei se foi por educação ou se pensou que meus serviços sexuais eram ruins, e o silêncio perdurou nos 20 minutos restantes até deixá-la em casa. Nesse tempo pensei em várias coisas, mas a frase que mais se repetiu na minha mente foi: filha da puta! filha da puta! filha da puta! Mas até que esse mantra me distraiu.
     Tanto que parei na frente da casa errada na hora da despedida – tudo bem, fiz tudo conforme o script e a partir dos 40 do segundo tempo só bobagem! É amigo, acontece! Mas não é somente apenas isso, casa certa, carro desligado e... a jovem não descia! Porque cargas d’água a mulher fica ali, no carro, puxando as conversas mais idiotas e sem sentido da história? Só pode que ta esperando o buquê de flores que ta no porta luvas ou uma proposta de namoro. Nenhuma das duas coisas vai acontecer. Depois de um monte de ameaças “ta bom, vou entrar”, e indiretas diretas da minha parte “ai ai que sono”, “amanhã o trabalho vai ser puxado” mesmo estando em férias, etc, ela saiu, com o arrematador “me liga!!!”.
     Fim de jogo, atleta cansado, hora da volta solitária do bairrão da princesa até minha nobre morada. Silêncio total, vidro aberto pra dar um ar pra cabeça, literalmente, e garranchos à parte, o ar de vencedor: matei a pau! Carro guardado, banho tomado (ta, eu não tomei banho), o berço me espera. Conforme o pedido, vou tentar sonhar com ela (juro que sim). Agora é só esperar amanhecer o dia para contar a canalhice pra toda a galera! Fato consumado!


     E com esse desfecho, essa é a história da Gata dos Sonhos... pode acontecer comigo, ou com você, quer apostar? Quem gostou comenta!

Leia Mais…

sábado, 27 de junho de 2009

A Gata dos Sonhos - Parte II

     Vamos lá então. Fim de semana, todo mundo sem nada pra fazer em casa, então nada melhor que ler a incrível continuidade da história da gata dos sonhos. Uma compilação dos melhores momentos da vida de vários canalhas, podem ter certeza. Repito: alguns nomes e personagens foram preservados, assim como alguns fatos censurados. Então já sabe, se você é de maior, acesse e leia por sua própria conta e risco!
     Dei algumas voltinhas com a gata, segunda-feira, pouco movimento, poucas mulheres pra olhar na rua, e eu olhando para aquela perfeição de mulher, que coisinha mais meiga, cheirosa, enfim, uma “dilicinha”. Convidei ela pra comer um cachorro quente. Aquele bem chinelão. Popular Dogão recordação – você come e lembra dele por três longos dias. Enfim, ela disse: pode ser... poxa, levar a gata dos sonhos comer cachorro quente no primeiro encontro? Em plena segunda-feira? A Maria e o Vantoir comendo cachorro quente na segunda-feira? Que tédio gente, só faltou dividir uma coca 2 litros... e levar embora a sobra... (na verdade dividimos a cerveja). Mas até que a conversa rolou legal, elogios, minhas cantadas infalíveis, como por exemplo, “você não é pescoço mas mexe com minha cabeça...” (já perceberam como eu sou bom nisso né?). Paguei a conta e agora, o que fazer? O que falar para aquela gata? Ela era tímida, nossa, era perfeita. Mas o que fazer? (na verdade essa é a dúvida cruel de todo o homem... enrolation, enrolation, mas sempre tentando chegar lá)...



     Na minha cidade é assim: uma avenida principal, em uma extremidade os principais barzinhos, como esse onde comemos, no meio da avenida os postos mais movimentados... não sei porque posto é o point da juventude, mas sempre enche, e no outro lado os Drive-in. Motel já é mais longe. A avenida é praticamente uma linha de produção: Engorda, transporte, e abate!
     Sugeri a ela irmos até o posto tomar mais uma cerveja, e ela disse: pode ser... depois de duas cervejas saímos dar mais algumas voltas. No fundo sabia que seria em vão ir até o fim da avenida com aquela gata. Aliás, é legal quando a gente leva uma moça digamos assim, mais dada. Você nem direcionou o carro para a região dos motéis e ela fala: “pensa que vai aonde?”... trinta minutos depois, boquetinho! Mas a Maria não era assim, ela era a mulher dos meus sonhos, e eu estava me sentindo o Homer Simpson: Pensando em namoro, relacionamento, e lá embaixo: “bimbadaaa!”. Bom, não custava nada fazer meu papel de homem. Parei o carro no meio do caminho, conversamos um pouco, olhei pra ela e disse: - Você tem olhos lindos... me aproximei... seu rosto... me aproximei... sua boca... e nesse momento dei aquele beijo... suave mas intenso... tudo bem, não fiquem empolgados, também tirei isso dos livrinhos de histórias calientes. Após alguns vários beijos, sugeri darmos mais algumas voltas, e ela disse: - Tudo bem! Estava totalmente excitado, digo, sem jeito para convidar ela para qualquer coisa. Poxa, a mulher dos meus sonhos... mas as substâncias corporais que já se acumulavam me fizeram dizer: - Vamos pra um lugar mais reservado? – ou seja, vamo trepa? – ela disse... tudo bem! - quando ela concordou comigo foi aquela alegria (ou melhor, um misto de eu sou o cara com ufa, obrigado por não tomar um tapa na face).
     Como eu não morava sozinho na época, muito menos tinha dinheiro pra um motel descente, sobrou uma alternativa: Drive-in. Aliás, em Chapecó o que não falta é Drive-in: segredos, momentos, delírius, Ama, etc (nomes sugestivos diga-se de passagem), várias alternativas – legal que você chega no portão e eles já constrangem você de cara, parece que adivinham que você ta sem grana: Boa noite Senhor, Box, apartamento, ou suíte? Poha, se você vai no drive é porque quer gastar pouco. E dizem que o atendimento é automatizado, mas sempre tem alguém atrás daquela voz digitalizada (pausa) - tanto que na saída a pessoa coloca a mão pra fora pra pegar e receber o troco (meu amigo que teve que deixar a identidade e o relógio que o diga). Tudo bem, meio sem jeito escolhi Box. Que merda, tava com cinquentão no bolso, paguei o dogão, as cervejas, sobrou 17 reais. Mas tranquilo, o BOX era 10 a hora, mais 5 a hora subseqüente. Ainda sobrava 2 pila pra água. Aí aquela voz novamente: Box 24, vire a direita! Pô, ta de sacanagem comigo? 24? Só faltou o mapinha pra achar o tal do Box.. E a cor só faltava ser rosa! Dentro do Drive um chafariz! Alguém pode explicar o que um chafariz ta fazendo no meio do pátio de um Drive? Será que algum casal vai tira foto pelado no chafariz?
     Aí o cara já entra exprimido no Box, mais complicado que garagem de prédio. Desce do carro, vai fechar o portão e somente após isso a jovem desce (esse é o protocolo da menina certinha...no drive). Nesse meio tempo corre o risco de ver outro carro passar em frente ao Box, e pior... um conhecido seu. Você disfarça que não viu...mas corre o olho pra ver a caroneira. Fechei o portão, e minha gata estava deitada na cama. Antes de mais nada fui até o banheiro. Agora, o que é o banheiro: Duas havaianas no canto do chuveiro – aquelas bem surradas, imagine a quantidade de gordos que já usaram elas, afinal estão totalmente gastas. Só falta o prego pra prender as tiras. Em cima do vaso um papel escrito: “higienizado”. Mas deve ser só a tampa mesmo, porque o vaso em si... depois daquela mijada, onde sempre a cueca insiste em dizer: “o último pingo é meu”, dei uma boa limpada no membro, com a toalha mesmo, e fui com a minha gata. Quando deitei na cama, o ventilador e o rádio estavam ligados... no motel têm aqueles painéis, cheios de botão, mais complicados que comando de satélite na NASA... e estava tudo preparado.. que estranho, pensei comigo! Mas claro, sei que ela não era de visitar esses lugares, ligou pois as instruções de uso estavam bem claras no quarto escuro.
     Estava meio sem jeito pra partir pra cima, gata certinha e tal, mas como tinha tomado algumas cervejinhas, tomei a iniciativa e falei: - quer amendoim? – Ela disse: - tudo bem! Comemos o amendoim, e eu fazendo as contas: 2 horas são 15 reais, mais 2 do amendoim, fechou, só não vai ter água! (sim meninas, nessa hora a matemática da mente masculina é precisa, afinal depois perdemos a cabeça). Ainda estava com receio de tomar a iniciativa com a minha gata, mas puxei aquela coragem lá do fundo, agora vai: - vamos assistir TV? - tudo bem! Liguei, e o jornal nacional comendo solto! Puts, tem coisa mais broxante que a TV ligada passando jornal na hora do ato? Sugeri, meio sem jeito, colocarmos no canal pornô...


     Bom, a história tá esquentando, só tende a piorar. Estou pensando seriamente em nem publicar a parte final, regada de cenas calientes. Deixamos para a imaginação dos caros e caras canalhas! Ou será que devo?

Leia Mais…

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Gata dos Sonhos - Parte I

     Antes de adentrar neste post já vou adiantando: é comprido, bastante comprido. Pelo anexo que recebi calculo que devo dividi-lo em umas três partes. Enfim, leiam a primeira e se gostarem, solicitem a continuidade. Quem escreveu jura que é uma obra de ficção, uma arte do stand-up comedy, mas resolvi preservar os nomes, mesmo estando escrito na primeira pessoa. Legal que me identifiquei com várias partes. Cuidado! Não aconselhado para menores de 18 anos!


VAMOS AOS FATOS:


     Certo dia fui no consultório marcar uma consulta... não, mentira, fui comprar pão no consultório... Mas sério, fui marcar a consulta e disse: - Bom dia moça, meu nome é Vantoir e vim marcar uma consulta. Ela mandou eu sentar e aguardar, e alguns minutos depois: - Como é seu nome mesmo? – Poha, Vantoir é tão comum, e ela ainda esquece? Imagine se fosse Aritã? Ou pior, Uóxiton? Será que é por que ela era loira? Ou melhor, loira, alta, e com um ar angelical, apesar de não saber explicar o que é um ar angelical, achei que ficaria bonitinho colocar na descrição da secretária. Mas enfim, essa era a gata dos meus sonhos...



     Ai tava saindo do consultório, a secretária me pediu desculpas por ter esquecido meu nome, afinal era segunda-feira, e eu disse: - Tudo bem, já to acostumado, com um nome simples assim - pelo menos uso meu nome pra fazer um “charme” – e ela: - Ai, eu não acho Vantoir um nome feio, acho lindo – heheh, as vezes dá certo. Aí vem o de sempre: - Mas é só Vantoir? Eu mais que sem pressa disse: - Faz assim, anota aí no teu celular: - Vantoir Rodrigo, o sobrenome te conto outro dia... – agora me digam vocês mulheres, que cantada hein? Agora se isso fosse um filme, ia aparecer: Está é uma obra de ficção... personagens e fatos são meramente para entretenimento!
     Mas falando sério, a gata me ligou no mesmo dia! Na verdade me deu um toque a cobrar, mas já era um começo! Fiz charme, retornei o toque só...dois minutos depois. Oi, sou eu, o do nome comum – Ai seu bobo, já disse que não é! – percebam como já rolou uma intimidade: seu bobo, que com o passar do tempo vira idiota, anta, canalha, sem vergonha, desgraçado etc. Ai eu disse: - Por falar em nome, qual o seu mesmo, ou posso te chamar de secretária Angelical? – peguei pesado né? – Ela: ai, obrigado, mas meu nome é Maria! Nesse momento eu pensei, Mas Maria não é só Maria também né? E perguntei: - Maria? Mas... só Maria? Realmente vi que esses nomes não são dados sem um acompanhamento... Ela disse: – É Maria Teresa. Teresa? Será que chamam ela de Terê? Eu penso isso só agora, mas achei lindo. E não perdi a oportunidade da cantada, ou piadinha mais sem graça de toda a história: Poxa, se você é Maria e eu sou Vantoir, vai ser o casal mais comum do mundo! (eu falei que essa era podre). Entre risos e outros risos convidei ela pra sair, e aquela gata aceitou, 7 horas era pra passar pegar ela. Nessas horas que eu penso: Eu sou F.O.D.A!
     Cheguei em casa todo empolgado, dando tapa na bunda da irmã, cantando Amado Batista, e separando “a beca” pra sair com a gata dos meus sonhos em plena segunda, mas deixo bem claro que não sou vascaíno! Tomei um banho pra relaxar (e viva o cinco contra um), separei o último cinquentão do mês, passei o fedorex, e fui pegar a gata, já com os planos na cabeça: Voltinha, cachorro quente, voltinha, e seja o que Deus quiser, porque homem é assim: planeja cada passo da conquista – nunca poha nenhuma dá certo, parece projeto de software! Não que eu esteja comparando mulher com software em desenvolvimento, só porque atrasa, gasta demais, enche nosso saco...
     Enfim, coloquei o CD de MP3 que fiz com carinho para encontros especiais, aquele que gravei em 5 minutos depois de pesquisar na NET os top hits da rádio (Atlântida, jovem Pam) e baixei via torrent, com um acréscimo daquelas clássicas que você nunca escuta no PC, mas não tira por nada do HD... Kid Abelha, Roxette, Queen... afinal canalha é tudo igual. Pega a gata com o som do momento, de preferência com volume alto, no meio da noite revela seu lado particular de pagodeiro, sertanejo, boêmio até EMO de ser, e no fim da noite coloca aquelas músicas lentas pra “pintar um clima”, ou melhor, pra dar uma pintada mesmo...
     Parei na frente do prédio, esperei mais ou menos uns cinco minutos entre o momento que “dei o toque nela” até ela chegar. Engraçado que nesse meio tempo todo machão que acha gay ter vaidade confere barba cabelo e bigode. Aí desceu ela: aquela saia, discreta, mas provocante, blusinha meiga, cabelo liso, escarpam rosa, brincos de argola grandes...ela não caminhava, desfilava (vocês devem tar pensando: esse cara é gay, sabe todos os acessórios femininos! Se você namorou mais que um ano e conheceu a intimidade das mulheres sabe como funciona. Se não namorou aprende que ajuda). Aí eu todo cavalheiro abri a porta do carro pra ela, é claro que pelo lado de dentro, e pra quebrar o gelo já meti: E aí, preparada pro encontro mais simples da tua vida? A Maria com o Vantoir? Após seu riso não perdi tempo, dei um beijo no seu rosto e murmurei no seu ouvido: - Você ta linda! - tudo bem, TUDO BEM, eu me inspiro mesmo quando se trata do assunto sedução feminina, claro que não dá pra ser sedução masculina né. Tudo mentira, escrevi esse texto com ajuda do google, e também lendo aqueles livros de romance semi pornôs – aqueles que a gente compra nas rodoviárias, mas mais encontrados nos sebos, já leram algum? Até um dia no meio da leitura, quando a amada do protagonista estava morrendo estava escrito: "No momento que ela semi-cerrou os olhos, meu coração em pedaços se fez" – putz, semi-cerrou foi forte hein! Na verdade meu cérebro processou: meio que fechou. E outra coisa muito importante, não pensem que eu tirei essa história daquela série “Emanuelle”, que passava as 2 da manhã de sábado na bandeirantes. Deixo claro que eu não assistia, eu apenas lia a programação do jornal: hoje vai passar “Emanuelle, a rainha do espaço”, puta merda, eu pensava, de novo? – ruim mesmo era esperar acabar o programa do Otávio Mesquita. Acho que é por isso que ainda não saiu do ar, depois tem cine prive... não que eu ainda assista cine prive!
     Enfim, depois de cumprimentar a Maria Teresa olhei pra seus cabelos e disse: Nossa, teus cabelos estão lindos, você fez alisamento? Ela respondeu: - Nossa, que legal que você percebeu! Poha, já disse que já namorei algumas vezes, eu sei como é sofrido aqueles trinta minutos em frente ao espelho com uma chapa que parece arma de guerra. Enquanto a gente né, um punhadinho de gel e duas passadas de dedo no "belo" resolvem o problema.
Dei algumas voltinhas com a gata, segunda-feira, pouco movimento... (continua)


     Por enquanto é isso, começou light. A continuidade tem cenas inapropriadas para menores, tirem as crianças da sala!

Leia Mais…