Vendo esse videozinho na net (que a propósito, rachei o bico de rir), lembrei de um tema muito recorrente: a logística canalha ao se dirigir para algum evento.
É fato que para se dirigir a qualquer evento que tenha a presença de jovens canalhas, muita coisa deve ser feita para que o caminho rumo ao estrelato obtenha êxito...
Logo de cara, o celular véio toca mais que bandinha em baile de interior. Após umas 10 ligaçoes, a o planejamento estratégico para o evento é definido. Logo na sequência, vem a parte de levantar os requisitos pessoais: carteira, celular, verba, trident e, dependendo da rosquice do canalha, outras coisas menos necessárias. O fundamental são esses aí mesmo.
Com o pé fora da porta começa a correria: se reunir com a galera no posto, ver quem trouxe (ou não) os objetos combinados (caixa de isopor e similares), rachar a grana pra comprar a birita, preparar o líquido sagrado sob uam forte camada de gelo, meter gasosa nos tanques, alinhar o comboio e rumar ao destinho. Até aí tudo bem, mas acresçamos a isso a busca pelas jovens. Esse é um ponto que sempre atrasa a logística. É impressionante como o simples ato de passar pegar a moça pode demorar tanto: "só um minutinho... estou quase pronta... tenho que esperar a fulana trazer meu biquini... e mais uma sucessão de desculpas que vão atrasando o processo. E pior ainda quando temos que buscar mais que uma, e pior ainda, uma em cada lado da cidade. Sim meninas, existem exceções, mas que vocês demoram, demoram. Mas tudo bem, digamos que isso é, bem, justificável.
Pensando bem, agora eu entendo o porque de todas aquelas matérias de administração na faculdade. Tornam nossa preparação para a festa mais ágil. Mas enfim, logística feita, é só correr para o abraço! E não é que SEMPRE FALTA CERVEJA?
Boa terça galerada!
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A Logística Canalha
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Muitos Km's para trás
Lá vai nóis, mais uma segunda feira regada de muitos compromissos, trabalhos atrasados, correria, confusão, e tudo mais que essa vida de trabalhador nos exige. Mas sabe de uma coisa? Pode ficar tranquilo meu querido, sexta feira começa o carnaval! 
Mas sem desviar muito, lá vai mais um post regado de muita reflexão... isso graças a algumas situações que o cara presencia que o fazem pensar: isso merece um belo post no blog! Esse fim de semana estava jantando na casa de alguns amigos e, ao entrar um determinado nível de álcool no sangue de uma jovem, a verdade saiu. Enquanto um bando de canalhas escutavam pasmos ela contar suas histórias de vida, a certeza de que escreveria a esse respeito era total...
A questão é como muitos canalhas que acham que sabem alguma coisa a respeito de canalhices, ficam pra trás em relação a algumas mulheres canalhas. Sim meus nobres amigos, algumas mulheres estão muito além quando o tema é malandragem. Nós pobres canalhas aspirantes a tica master, que no fundo no fundo temos um coração de ouro, ficamos vários quilômetros atrás dessas meninas malvadas. Elas tem tanta malandragem acumulada pela experiência na canalhice que persuadem a piazada com tamanha facilidade que chega a assustar.
A jovem que me inspirou a escrever era impressionante: bebia cerveja, fumava cigarro, e ao mesmo tempo contava extasiada suas proezas pela região. Ou seja, assobiava e chupava cana ao mesmo tempo que reclamava: "só faltou o whisky com energético". Um perfil não muito diferente do que encontramos nas nossas jornadas noturnas do cotidiano. Convenhamos, esse comportamento é um afronte para quem tava ali de favor e ainda por cima estava com 2 meses de fatura de cartão de crédito atrasadas - informação que descobri nas entre linhas do discurso da donzela. Típico caso de quem, com o perdão da expressão, "come merda e arrota caviar".
Outro ponto legal é a dominação da moça no recinto. Era só alguém comentar de uma festa ou evento que presenciou em qualquer lugar, seja no premier, amazon, moai, barragem ou mesmo linha cabeceira da divisa, que de supetão a moça intervia: "nossaaaaaaaaaaaaaa... uma vez eu e (preencha vários nomes aqui) fizemos autas festa... que fervo loko! Me, perdi a caixa preta! Apavoremo! Deu pra entender né? Com um currículo vasto de proezas, a moça é daquelas que se acostumou a dar uma de puçuca assumida devido a alguns atributos físicos que lhe favorecem. E o negócio vai enriquecendo o currículo da nobre moça até o mesmo virar uma "biografia do fervo".
Aqui cito apenas esse exemplo, mas teria centenas de outros a relatar. Na visão de um bom canalha, já vacinado e imune contra esse perfil, atitudes assim são totalmente desprezíveis, pra não usar adjetivos de mais baixo calão. O canalha mata na bochada um perfil assim. Três ou quatro frases desferidas são suficientes para traçar o perfil, e tenho que admitir: se você não está preparado, a moça te deixa quilômetros para trás na malandragem. E olha que tem muita gente que é iludido e cai certinho na conversa.
Por fim, se você menina canalha não quiser ser enquadrada nesse perfil, por favor: evite se gabar de festas e proezas que fez na frente de outros canalhas, nós odiamos isso. E para você bom canalha, faz o teste. Converse com a menina, puxe assunto, fale de eventos, e verifique a reação da moça. Se em alguma das frases sair uma gíria muito forte, como "auts fervo", "apavoremo", "crem loko", "mais pau" ou mesmo "bufemo", só digo uma coisa: corra Bino, é uam cilada!
Boa semana canalhada!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Como transformar um bundão em um Homem
SIm, por mais que vocês não acreditem, esse blog canalha mostra como transformar aquele bundão nato em um home de verdade... continue lendo para descobrir... 
Raaaaaaaaaaaaaaaaa! pegadinha do malandro em plena sexta feira! Vai pra festa seu canalha!
O porque do canalha se tornar um "pegador"
A pedido de milhões e milhões de leitores e leitoras canalhas que visitam esse blog ansiosos por uma leitura canalha que faz seu dia mais feliz, vamos dar pano pra manga com mais postagens polêmicas a respeito dessa canalhice que nos cerca no dia a dia.
Sim, eu sei que ler canalhices é quase como um vício, e como a abstinência é a pior coisa que um viciado pode passar, vamos tentar dar uma overdose de histórias e reflexões canalhas ao longo de 2010. Assim, nada melhor do que começar com uma reflexão que tive no último dia de férias enquanto trocava idéia com um nobre canalha...
Pega o embalo, acaba de ler o post e comenta, pro bem e felicidade geral da nação canalha!
Quarta feira a tarde, um calor que beirava os 40 graus, e estavam 3 canalhas enxendo o tanque do jetsky de cerveja e a caixa de isopor de gasolina bem gelada, não necessariamente nesta mesma ordem. Alguns minutos depois da logística e do popular racha de custos (infelizmente nada é de graça nessa vida), rumaram até um popular lago a alguns quilômetros da metrópole, muito conhecido como "a barragem". Sim canalhas, migramos até a "verada da baragem" tomar cerveja e andar de barquinho em plena quarta a tarde. Que bom que sempre fosse assim.
No caminho, já degustando saborosas geladas, não faltaram ligações para os demais canalhas que, por um infortúnio do destino, se viam obrigados a permanecer em suas senzalas tomando chibatadas na paleta. Essa vida de trabalhador é muito divertida. Mas o fato é que, enquanto um canalha mais caia que andava de jet, eu o outro tomávamos o precioso líquido e fazíamos algumas reflexões. Uma delas me obrigo a compartilhar: o porque do canalha se tornar um "pegador".
A questão é que tudo depende de como foi o histórico do rapaz ou da moça. Normalmente, a não ser que a mãe natureza tenha sido muito generosa contigo e te fez um símbolo de beleza, quando você era mais "criança", seus dotes físicos eram bem, digamos assim, fora do prumo. Eu por exemplo, era um gordinho roliço buchechudo e com um cabelinho bem jaguara, e hoje tenho certeza que não era o único nesse perfil de beleza diferente. Alguns eram "crivados" de espinha, outros magrelos, orelhudos, narizudos, baixinhos pouca sombra, taquara de medir açude, enfim, todos aqueles apelidos carinhosos que nos davam que hoje os psicólogos aboiolados afirmam se tratar de bully.
Graças a essas características não me enquadrava no top 10 de beleza do colégio - pra ser sincero, acho que nem no top 100. Aquela disgraçadinha que fazia meu heart bater mais acelerado nem sabia que eu existia, a não ser na hora de fazer os trabalhos em grupo, porque o gordinho sempre é o mais esforçado. Aí tudo isso vai acumulando na mente do canalha, e isso faz com que ele perceba que para chegar ao coração do seu amor platônico, algo a mais precisa ser feito. Sendo assim, um diferencial começa a despontar no perfil do cara: o instinto pegador.
É isso mesmo. O canalha começa a perceber que precisa desenvolver algumas habilidades extras para se destacar no meio da manada. Dessa forma, busca valores que o diferenciem dos demais: conversar melhor, praticar algum esporte radical, dançar, se colocar bem profissionalmente, tocar violão, ou qualquer outra coisa que a beleza por si só não tenha valor (aqui excluo um erro terrível de muitos: querer se auto afirmar com o uso de "tóchicos"). Com o tempo, a soma dessas habilidades e diferenciais começa a despertar a atenção do sexo oposto. Aí o instinto pegador, agora um pouco mais aguçado, descobre que "quem não tem cão, caça com gato", e abre o leque de possíveis "brikes" para além do amor platônico: a vizinha bunitinha, a colega que te admira por você tocar violão, a gata que falou que você dança bem no matinê da comunidade, a jovem do outro bairro que você só conheceu porque comprou uma bicicleta nova, e por aí afora. Outro ponto que vale ressaltar, é que o canalha aprende a conviver com as diferenças dos demais, e acaba pro formar laços de amizade e parceria que perduram por toda a vida, uma verdadeira dádiva.
E não é que por uma bença do destino a mãe natureza sabe o que faz? Ao mesmo tempo em que você desenvolve seu lado pegador, ou "catcher", seus dotes físicos começam a dar uma boa melhorada. O perfil barrigudinho/seco vai ficando mais equilibrado, o rosto da uma aprumada, e o canalha vai ficando mais apresentável. É nesse momento que se junta a fome com a vontade de comer. Você vai ganhando confiança ao mesmo tempo em que ganha popularidade. Essa equação começa a crescer exponencialmente, e aí meus amigos, quem segura o canalha? Ele está pronto para uma juventude repleta de pedradas bem dadas e muita diversão.
E sabe o que é melhor nisso tudo? É que tanto aquele seu amor platônico quanto o bonitão da quarta série que você invejaja já não importam mais. Você percebe que está muito além, e que quem não tinha defeito e era idolatrado, acabou se acomondando na fama e esqueceu de desenvolver seu instinto pegador e, infelizmente, ele morre dentro do casulo.
Esse é o perfil canalha, que sempre vence no final!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Enquete - Camisa para o Carnaval 2010
Galera, precisamos da opinião de vocês, referente a logo que vamos utilizar na confecção das camisas do bloco para o carnaval 2010 e quem sabe demais eventos.. heheh
Como sabem, a logo continua o "Brike Bão", e estamos pensando em fazer mais um incremento na logo.
Abaixo segue imagem de amostra:
Sendo assim, o negócio é o seguinte:
- Onde esta descrito "Ô, lá em casa!" devemos:
a.) Manter essa frase "Ô, lá em casa!";
b.) Colocar "Vô froxo!";
c.) Nome do bloco: "SocaNelas";
d.) Deixar só o "Brike Bão".
Favor, deixar sua opinião nos comentários.
Desde já, agradecemos a colaboração de vocês.
ps.: Quanto a imagem, paint mode=ON. Não da nada!! heehe
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Seja Politicamente Correto
Uma senhora entra numa confeitaria e pede ao balconista:
- Por gentileza, um pedaço de "nega maluca".
O balconista então diz à cliente que usar o nome nega maluca, hoje em dia, pode dar cadeia, em face de infringir:
* a lei Eusébio de Queiroz;
* o artigo quinto da constituição;
* o código penal;
* o código civil;
* o código do consumidor;
* o código de ética;
* além da lei 'Maria da Penha', ofendendo as mulheres
A velhinha então pergunta:
- Então, meu filho, como peço essa torta?
E o balconista responde:
"Torta afro-descendente com desvio mental acentuado"
Desnorteada com a resposta ela muda o pedido:
Bom, acho que vou preferir uma "Maria Mole".
- Desculpe minha senhora, mas o termo “Maria Mole” implica em gesto preconceituoso com as pessoas acima do peso, o correto é “Maria com flacidez acentuada”.
Praticamente perdendo a vontade de comer um doce ela diz:
- Meu jovem, pode então me recomendar algum doce politicamente correto?
- Olha senhora, não que eu queira me gabar, mas acabei de comer um “olho-de-sogra” que estava delicioso!
A velhinha então grita:
- Eu como uma boa sogra jamais admitirei que falte com respeito a minha pessoa! Gravei suas palavras e irei processá-lo seu indecente!
É amigo, não ta fácil ser politicamente correto hoje em dia...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O que você precisa para ser um autêntico cafajeste?
- Não ter nenhum princípio. - Entender que Homem não trai, distrai-se. - Aprender que nunca se deve bater em uma mulher – ela pode se apaixonar. - Mulher bonita a gente pega e conta pros amigos. Feias a gente pega mas não conta pra ninguém - Princípio básico: Cafajeste não mente, omite. - Cafajeste não se arrepende, se diverte com o fatídico. - Nunca deixe os amigos porque sua namorada está chamando. - Mesmo se for pego em flagrante, negue tudo até ela acreditar. - Em casos de “extrema necessidade”, prometa tudo a uma mulher – elas acabam cedendo. - Seja prevenido, leve camisinha até para velórios, mulheres são geralmente frágeis e sentimentais. - Não perdoe, vingue-se. by http://testosterona.blog.br
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O Artilheiro
Algum tempo sem postar no blog, levado por essa vida que nos destina uma enxurrada de compromissos, mas vamos lá, não ta morto quem peleia. O fato é que ontem, lá pela quadragésima quinta curva que a Van que trazia os professores de São Lourenço pra Chapecó fez, na calada da madruga, já quando meu estômago fazia um nó, me veio uma bela imagem na cabeça.
Nesse momento também lembrei de uma frase corriqueira que ouço por aí: “que saudade da minha infância, como passou ligeiro”. O fato meus nobres leitores, é que lembrei de um domingo de sol, por volta das duas da tarde. Na minha vida de canalhices, a única lembrança que vem à mente atualmente sobre essa fatia do tempo, é eu acordando bêbado, com uma terrível ressaca, e sem lembrar direito tudo o que aconteceu na noitada. Mas essa lembrança foi diferente, e confesso que me ajudou a melhorar do estômago...
Eu lembrei de um domingo no qual todo empolgado, eu tentava alcançar a bola que estava bem no canto oposto debaixo da cama. Com sofrimento e pressa, chutei ela contra a parede e esta voltou até meus braços. Rapidamente calcei o chinelo e uma roupa que a mãe considerava “velha”, mas que era meu manto sagrado futebolístico, e às pressas desci até o campinho de futebol onde meus amigos esperavam enfurecidos pelo “dono da bola”.
Rotineiramente olho para aquele campinho. Hoje não passa de um fundo de terreno de, no máximo, 30 metros quadrados, no máximo. Mas na época era uma faixa de terra que alegrou grande parte da minha infância. Traves mal pregadas, árvores com espinho próximas, algumas pedras, uma valeta a céu aberto. Todo o ambiente que cercava o templo futebolístico da piazada engrandecia o espetáculo. O melhor de tudo era a vizinha dos fundos. Na época uma famosa casa noturna, com cercas enormes. A cada pulo para ir buscar a bola, um desafio, uma guerra silenciosa travada entre os jogadores e a dona da zona. O infeliz que era pego buscando a bola (e eventualmente roubando frutas, ou mesmo espiando as putas), ou se estrepava na cerca, ou saia do território tomando chineladas da proprietária.
Os jogos eram sensacionais. Duelos que por vezes acabavam na escuridão, com placares superiores a cem gols por time. E não era a escuridão que decretava o final, mas sim as nossas mães aos berros. Nunca esqueço dos donos do campinho: Ariel, Arinei, e Airton (que bom gosto dos pais hein?). Mas como para crianças sempre existe uma forma de melhorar isso, eram o Nei, o Ito e o, bem, o Ariel, esse não tinha como apelidar. Também não esqueço da minha mão gritando: “Zéééééé, ta na hora de vir me ajudar a limpar o mercado”. Não esqueço também as tardes chuvosas, onde o banhado alagava o campo por completo, mas nem por isso fazia os fanáticos atletas desistirem. Ou então a vez que ao pular, derrubamos a cerca... operação amarrar com fio de varal, que sofrimento e empenho.
Na verdade nunca esqueço de muitas coisas. O que não consigo lembrar, é como aqueles jogos foram acabando... ah sim, um começou a estudar à noite, outro a namorar, a trabalhar, aquelas coisas que a gente continua a fazer, muitas delas por obrigação e para ser alguém. Hoje não sou ninguém, mas naquela época eu era o goleador do campinho. Parece que foi de uma hora pra outra, mas com certeza o encanto vai ficar eternamente (percebam que o post está mais light que os anteriores, mas tudo bem, o canalha está bem vivo, e feliz).
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Histórias de cotoco
Cotoco I
Cotoco era um menino muito, muito, mas muito triste, pois não tinha os dois braços e as duas pernas.
Os amigos sempre tentavam leva-lo para passear e se divertir.
Um dia o pessoal resolveu ir à praia.- Já sei! Vamos levar o Cotoco - disse alguém.- É isso! Vamos, Cotoco, a gente vai pra praia e vamos te levar conosco.
- Não, de jeito nenhum! Vocês não vão se divertir se me levarem.
- Que isso, Cotoco! A gente reveza e cuida de você.
De tanto insistirem o Cotoco resolveu ir,e chegando lá os amigos o colocaram bem na beirada da água no rasinho e lá ele ficou se divertindo, mas o pessoal se distraiu e ele foi ficando por lá. De repente a maré começou a subir e enquanto as ondas iam e vinham ele ia afundando.Cotoco, então, começou a se desesperar
.- Socorro! Socorro! - Gritava Cotoco.
Um cara que já tinha tomado todas, o avistou de longe e correu para o resgate.
Heróico, o bêbado pegou Cotoco nos braços e começou a nadar vigorosamente.
Cotoco pensou:- Ufa! Agora estou salvo.
Porém o bêbado estava indo pro lado errado e quando finalmente o "pé de cana" estava com água na altura do peito lançou Cotoco violentamente para o fundo da água e gritou:
- Vai tartaruguinha, vai...
Cotoco II
Depois do quase fatídico e trágico acontecimento na praia, no qual um banhista bêbado pensou que ele fosse uma pobre tartaruguinha e o lançou bem longe em alto mar... foi então que aconteceu um milagre:Cotoco começou a nadar com as orelhas!
Cotoco virou uma celebridade. Virou nadador profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista no Faustão, ganhou destaque no Globo Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Para-Olímpicos.
Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará-lo e outra, especialmente treinada joga Cotoco na piscina, mas para espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo da piscina, obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície. Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma a sua volta, Cotoco vai recuperando o fôlego. Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que Cotoco consegue finalmente dizer:-
Quem foi o desgraçado que me colocou essa porr* dessa touca?
Cotoco III
Depois da trágica aventura no mar e da sua curta carreira como nadador. O coitado do pobre do Cotoco resolveu fazer um programa que "aparentemente" não o colocaria em perigo. Eis que ele reuniu seus fiéis amigos e foram em um circo.
Decorria o número do domador de leões, quando o leão escapou da jaula e foi para cima do público. As pessoas começaram a correr de um lado para o outro e os amigos do pobre Cotoco, é claro, deram no pé.
Cotoco se debatia nas arquibancadas e se esforçava para sair dali.Alguns, ao verem o pobre Cotoco, gritavam para que alguém o acudisse:- Olha o Cotoco! Olha o Cotoco!E Cotoco se debatendo cada vez mais rapidamente pelas arquibancadas.- Olha o aleijado! Olha o aleijado!E Cotoco, sem agüentar mais gritou:
- Vão todos se fud**! Deixem o leão escolher sozinho!
Cotoco IV
Certa vez uma viúva rica e solitária decidiu que precisava de um outro homem em sua vida. Então colocou um anúncio no qual podia-se ler viúva rica procura por homem para compartilhar vida e fortuna. Requisitos necessuários:
1-não me bater
2-não fugir de mim
3-ser excelente na cama
Por muitos e muitos meses seu telefone tocou incessantemente, sua campainha não parava um segundo, ela recebeu toneladas de cartas, mas nenhum dos pretendentes se enquadrava nas qualificões. Porém, um dia a campainha tocou novamente, ela abriu a porta e quem estava lá era o Cotoco, sem braços nem pernas, deitado no tapete da porta. Perplexa ela perguntou:
- Quem é você e o que você quer?
- Olá. - ele disse - Sua busca terminou, pois sou o homem dos seus sonhos, eu não tenho braços, logo não posso te bater, não tenho pernas, portanto não posso fugir de você.
- Bom... - ela retrucou - O que o faz pensar que é tão bom na cama?
Cotoco respondeu:
- Eu toquei a campainha, não toquei?
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O mundo dominado pelos homens
1) O dia dos namorados seria em 29 de fevereiro, entao só ocorreria a cada quatro anos;
2) Os telefones desligariam automaticamente após 30 segundos de conversa;
3) Quando uma namorada quisesse falar alguma coisa durante um jogo de futebol, ela apareceria em um retângulo pequeno no canto da TV, como as propagandas;
4) Os salva-vidas teriam a função de remover certas mulheres da praia por não atingirem o NMB (Nivel Minimo de Beleza);
5) As perguntas: “você me ama?”, “você acha que eu estou gorda?” e “O que você está pensando?” seriam consideradas extremamente ofensivas, e as mulheres jamais as fariam;
6) As Ferraris seriam mais baratas;
7) A velocidade máxima permitida nas estradas seria 200 km/h. E a mínima seria 120;
8 ) O topless seria obrigatório. Sem topless não poderia entrar na praia;
9) O McDonald’s venderia bebidas alcoolicas;
10) Seria obrigatório que as mulheres solteiras fossem trabalhar com roupas curtas. Como o Brasil é um pais quente, elas acabariam indo de mini-saia todos os dias. Dessa forma, a vida seria bem mais interessante;
11) Beber muito não causaria “barriga de cerveja” e sim “bíceps de cerveja”;
12) O único programa na TV além de “Sexytime” seria o “Cine Privé”.
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